O director do All-domain Anomaly Resolution Office (AARO), do Pentágono, Dr. Jon Kosloski — um especialista da NSA com pós-graduação em matemática, física e engenharia — testemunhou a 19 de Novembro de 2024 perante o Congresso que observou e registou “objectos anómalos” que desafiam qualquer explicação.

Na altura, o facto passou relativamente despercebido, mas tem sido agora destacado por vários investigadores do fenómeno OVNI.

Apesar da sua vasta experiência científica, este físico de topo do governo admitiu que a AARO documentou casos envolvendo:

• Objectos que aceleram 10 a 100 vezes mais rápido do que qualquer drone conhecido;
• Grandes cilindros metálicos que simplesmente “desaparecem”;
• Objectos “mais negros do que o negro” que apresentavam características anómalas e cumpriam manobras “impossíveis”;
• Mais de 1.600 relatos de OVNIs, muitos dos quais permanecem inexplicáveis.

Kosloski chegou ao ponto de assumir, a 14 de Novembro do ano passado, perante a imprensa, que não entende o que está a registar:

“Há alguns casos interessantes que eu, com os meus conhecimentos em física e engenharia e o tempo passado na comunidade de inteligência, não compreendo. E também não conheço ninguém que compreenda.”

Ainda assim, os dados da AARO mostram grandes lacunas. O Reino Unido aparece praticamente em branco no seu gráfico de relatórios de 1996-2024, apesar de casos documentados como o incidente da RAF Lakenheath de 12 de Janeiro de 2007, em que pilotos de F-15 dos EUA interceptaram um objecto desconhecido que descreveram como “parecido com uma rocha”.

Seja o fenómeno extra-terrestre ou intra-terrestre, interdimensional ou multidimensional; seja uma psy-op de grande escala e extensa linha cronológica ou uma manifestação do sobrenatural (ou do demónico), está a ser assumido como factual, anómalo e inexplicável, por um oficial da NSA e do Pentágono.

Isto não é dizer pouco.

Chris Lehto documenta e comenta as declarações bombásticas de Jon Kosloski.