O presidente norte-americano Donald Trump disse na sexta-feira que perdoar Ghislaine Maxwell, confidente de Jeffrey Epstein que foi condenada a 20 anos de prisão por tráfico de menores com fins de exploração sexual, é algo que ele “tem poder para fazer”, mas que ainda não tinha pensado no assunto.
Questionado se consideraria um perdão ou comutação para Maxwell, Trump disse:
“É algo em que não pensei. É realmente algo… É algo… Eu posso fazer isso, mas é algo em que não pensei.”
Trump on pardoning Ghislaine Maxwell: “I’m allowed to do it” pic.twitter.com/e9bjwFqfYr
— Aaron Rupar (@atrupar) July 25, 2025
Donald Trump tem de facto poderes para perdoar Ghislaine Maxwell até o final do seu segundo mandato. Mas mente com quantos dentes tem ao afirmar que ainda não pensou nisso, já que no preciso momento em que falou no assunto a sua Procuradora-Geral Pam Bondi estava a negociar com a proxeneta de Jeffrey Epstein, filha de Robert Maxwell, o magnata dos media que era um importante activo da Mossad, um acordo em que, em troca de declarações sobre as actividades do financeiro/pedófilo, poderá receber esse mesmo perdão presidencial, caso essas declarações sejam convenientes para a narrativa da actual administração.
Ghislaine está aliás a seguir o manual de normas da Mossad, tentando manipular o Departamento de Justiça e toda a administração Trump em função dos seus interesses específicos.
O ex-advogado de Jeffrey Epstein, Alan Dershowitz — que pressionou com sucesso o presidente Trump a perdoar uma série de sionistas criminosos durante o seu primeiro mandato — está agora a pressionar Trump para libertar Maxwell. Na altura, Trump esperou até ao seu último dia no cargo para perdoar o controlador israelita de Jonathan Pollard, Aviem Sella, o vigarista da alta finança Eliyahu Weinstein e o criminoso Sholam Weiss, todos judeus e todos ligados aos serviços secretos israelitas.
É de sublinhar que, quando questionado sobre o perdão a Maxwell, Trump não tenha rejeitado a hipótese. E que tenha dito que esse perdão está dentro dos seus poderes constitucionais. É uma clara mensagem dirigida a Maxwell: “se fizeres as declarações que queremos ouvir, daqui a três anos, sais da prisão.”
A ironia é que o perdão não deixa de ser coerente com as declarações da administração Trump sobre o caso Epstein: se ‘não há nada para ver aqui’, Ghislaine Maxwell será inocente. Afinal, traficava crianças para abuso sexual de ninguém…
Esta história só vai ficando mais sinistra a cada dia que passa.
Relacionados
15 Mai 26
Guerra civil na inteligência americana: CIA apreendeu ficheiros JFK e MKUltra que Tulsi Gabbard detinha e que ia tornar públicos.
Três informadores dos serviços secretos norte-americanos afirmaram que agentes da CIA apreenderam documentos dos arquivos JFK e MKUltra na posse da Directora de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard, que tencionava desclassificá-los.
15 Mai 26
Estrangeiros nas prisões do reino unido custam 629 milhões de libras por ano aos contribuintes britânicos.
Os contribuintes do Reino Unido estão a desembolsar 720 milhões de euros para abrigar 10.487 criminosos estrangeiros nas prisões britânicas — uma conta que poderia pagar 16.500 polícias ou 15.000 enfermeiros do Serviço Nacional de Saúde britânico.
15 Mai 26
Trump leva para a China o Regime Epstein em peso.
Fiel à traição chocante que cometeu para com o seu eleitorado, impenitente na sua conversão a guardião do estabelecimento norte-americano, Donald Trump levou com ele para a China toda a plataforma de financiamento e propaganda do Regime Epstein.
14 Mai 26
Rei WEF anuncia, com pompa e circunstância: “os meus ministros darão seguimento à implementação da Identidade Digital.”
O Rei que vendeu a alma ao diabo está mesmo empenhado em implementar a distopia WEF. Mas quem é que o elegeu para apoiar políticas de carácter distópico, comportamento que vai contra os ditames da monarquia parlamentar britânica, pelo menos desde 1688?
14 Mai 26
À revelia do regime? Directora de Inteligência do governo federal americano investiga biolaboratórios estrangeiros financiados pelos EUA.
Tulsi Gabbard está a investigar mais de 120 biolaboratórios financiados pelos EUA em todo o mundo, para interromper actividades perigosas de ganho de função, no contexto de crescentes preocupações com a biossegurança.
14 Mai 26
Em desespero de causa,
Starmer vira mais à esquerda (se possível).
Em resposta ao desastre das eleições municipais, Keir Starmer optou por forçar a componente leninista do seu leninismo-globalismo, e vai nacionalizar indústrias, procurar a total inversão do Brexit e intensificar a repressão à dissidência.






