O processo de destituição funcional da humanidade, um claro objectivo de globalistas, trans-humanistas e outros leninistas luciferinos, está já em velocidade de cruzeiro, aliando as tecnologias de inteligência artificial à automação e à robótica, para ganhos de produtividade que se traduzem em lucros acrescidos das grandes corporações. E no desemprego e, na melhor das hipóteses, subsídio-dependência das massas.
Amazon a caminho da “integração total da robótica”.
A Amazon não definiu uma data pública para substituir totalmente os trabalhadores de armazém por robôs, mas todos os indicadores sugerem que uma transição gradual está bem encaminhada, com prováveis reduções significativas na força de trabalho, juntamente com ganhos de produtividade impulsionados pela automação e pela IA até à década de 2030.
O Wall Street Journal noticiou que a Amazon, o segundo maior empregador privado dos EUA, está a aproximar-se rapidamente de um novo marco na automatização de armazéns: “Em breve haverá tantos robôs como humanos”. O que equivale a mais de um milhão de robôs.
Cerca de 75% das entregas da Amazon são agora assistidas por sistemas robóticos, que realizam tarefas como a recolha, classificação, embalagem e movimentação de artigos. A rápida integração de robôs, como o “avançado” Vulcan, marca um passo significativo para a automatização completa dos centros de distribuição.
Rueben Scriven, gestor de investigação da Interact Analysis, uma empresa de consultoria em robótica, afirmou a este propósito:
“A Amazon está um passo mais perto de concretizar a integração total da robótica.”
A integração da automação já abrandou as contratações da Amazon. O número médio de funcionários por instalação caiu para o nível mais baixo em 16 anos, e a corporação planeia reduzir a sua força de trabalho total nos próximos tempos.
Entretanto, o número de encomendas que a Amazon envia por cada funcionário (automatizado ou não) aumentou de 175 em 2015 para aproximadamente 3.870 nos últimos meses, indicando que a automatização impulsionou significativamente os ganhos de produtividade da empresa.
O presidente executivo da empresa de Jeff Bezos, Andy Jassy, disse recentemente que a IA será integrada nos centros de distribuição “para melhorar o posicionamento das acções, a previsão da procura e a eficiência dos nossos robôs”.
Num memorando aos funcionários no mês passado, o CEO afirmou:
“Vamos precisar de menos pessoas a fazer alguns dos trabalhos que estão a ser feitos hoje, e mais pessoas a fazer outros tipos de trabalho. É difícil saber exactamente onde a IA se reflectirá ao longo do tempo, mas esperamos que nos próximos anos reduza a nossa força de trabalho corporativa total”.
Todos os sinais sugerem que a Amazon atingiu o seu pico de emprego e que, daqui para a frente, dar-se-á a substituição de homens por máquinas até à integração total.
No clip vídeo em baixo, o director de robótica da Amazon explica entusiasticamente como é que os funcionários da empres (e ele próprio, em última análise) vão perder o emprego a curto prazo.
“Trabalhadores digitais” com tecnologia de IA trabalham na banca ao lado de humanos.
Se trabalha num banco, o seu próximo colega pode ser um bot. O Bank of New York Mellon anunciou que implementou dezenas de “funcionários digitais” com inteligência artificial que operam com funcionários humanos e até têm as suas próprias credenciais de login da empresa.
Estes trabalhadores digitais têm gestores directos a quem reportam e trabalham de forma autónoma em áreas como a codificação e validação de instruções de pagamento, segundo declarou a directora de informação do banco, Leigh-Ann Russell. Em breve, estas unidades terão acesso às suas próprias contas de e-mail e poderão até comunicar com os “colegas” humanos de outras formas, como através do Microsoft Teams.
Aquilo a que o banco, também conhecido como BNY, chama de “trabalhadores digitais”, outros bancos podem chamar de “agentes de IA”. E embora o sector não tenha um consenso claro sobre a terminologia exacta, é evidente que a tecnologia tem uma presença crescente nos serviços financeiros.
Leigh-Ann Russell disse ao Wall Street Journal:
“Este é o próximo nível. Tenho a certeza de que, daqui a seis meses, isto se tornará muito, muito comum.”
O BNY anunciou também que o seu AI Hub desenvolveu duas personas digitais em apenas três meses, de acordo com Adrienne Russell. Uma persona é concebida para identificar e resolver vulnerabilidades de codificação, enquanto a outra verifica as instruções de pagamento. Cada persona pode operar em várias instâncias, com cada instância confinada a uma equipa específica para limitar o acesso aos dados de toda a empresa.
Em breve, o banco planeia integrar a sua força de trabalho digital com endereços de e-mail e acesso ao Microsoft Teams, permitindo que estas personas de IA comuniquem proactivamente com os gestores humanos, mas manterá o seu foco no “recrutamento dos melhores talentos humanos” e, ao mesmo tempo, “expandirá a sua força de trabalho digital”, de acordo com o WSJ.
É claro que o BNY não é o único banco que procura transferir o trabalho da sua equipa humana para a IA. A Goldman Sachs já lançou um assistente interno de IA para 10.000 dos seus banqueiros, traders e gestores de activos. Em entrevista à CNBC, o director de informação do banco, Marco Argenti, disse que o assistente de IA vai ajudar em tarefas básicas, como rever documentos e melhorar a linguagem.
Argenti disse a este propósito:
“Pense em todas as tarefas que pode completar em relação a uma variedade de casos de utilização. O assistente de IA torna-se realmente como um outro funcionário da GS.”
Uau, que maravilha de inferno. E diz mais, o tecnocrata:
“À medida que progredimos, o segundo passo é quando se começa a ter este comportamento de agente, ou seja, ‘estou a completar uma tarefa em nome de um funcionário do Goldman e preciso de seguir um conjunto de passos’. É aí que o modelo vai começar a fazer coisas como um funcionário do Goldman, e não apenas dizer coisas como um funcionário do Goldman.”
Que género de ser humano é que diz isto sem sentir a falência moral, ou até sem perceber a ameaça que vai recair já a seguir sobre si próprio? Porque quando o agente de inteligência artificial “começar a fazer coisas como um funcionário do Goldman e não apenas dizer coisas como um funcionário do Goldman”, o primeiro a ser despedido é o oneroso imbecil que diz coisas como o funcionário da Goldman – Marco Argenti. Já para não falar dos filhos de Marco Argenti, que vão encontrar um emprego no país de Alice, porque no mundo real, o mercado de trabalho terminou para a raça humana.
A estupidez é um abismo sem fundo.
No JPMorgan Chase, o director de análise Derek Waldron considera os “funcionários digitais” como um modelo útil para os empresários conceptualizarem as ferramentas de IA e despedirem toda a gente. São fundamentalmente diferentes dos funcionários humanos, é claro, mas também dos sistemas de software tradicionais e, portanto, podem precisar do seu próprio tipo de conectividade de sistema e gestão de acesso. É uma questão em aberto quanto ou quão pouco acesso dar a estas entidades funcionais, e isso terá de ser decidido caso a caso, segundo este esperto.
E confessando, como a tecnocrata do BNY já tinha confessado, que não sabe bem o que está a fazer e que o futuro do mercado de trabalho entrou na quinta dimensão, Waldron é capaz de prever um cenário em que
“cada colaborador terá um assistente de IA e cada experiência do cliente terá um concierge de IA. 230.000 colaboradores já têm acesso a um chatbot de IA geral através da plataforma proprietária da empresa, e o objectivo é desenvolver versões mais autónomas e activas, cada vez mais adaptadas a grupos de trabalho individuais.”
Esta gente está sempre a ler a literatura distópica ao contrário: não como advertência, mas como manual de normas.
É espantoso.
Daqui a trinta anos, quando tivermos 6 biliões de seres humanos desempregados no planeta Terra, o que será de nós?
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