Parece impossível, mas a Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) do executivo Trump acaba de aprovar, sem restrições, uma terapia genética mRNA da Moderna para bebés e crianças até aos 11 anos de idade.
A vacina pretende combater a COVID-19, que não representa qualquer ameaça para crianças, mas que tem efeitos colaterais nefastos e estatisticamente significativos, que ainda hoje estão por avaliar na sua completude.
Anteriormente, a vacina só estava disponível para grupos pediátricos sob uma autorização de uso de emergência. Com este anúncio registou-se imediatamente um impacto positivo no desempenho de mercado da Moderna, com as acções a subirem 2% nas negociações pré-mercado.
A notícia segue-se ao escrutínio a que a Moderna foi sujeita no Reino Unido no início deste ano, quando foi multada em quase 44.000 libras (~60 000 euros) por usar ilegalmente incentivos, como ursinhos de peluche, para encorajar as crianças a participar em ensaios da vacina contra o coronavírus em 2023.
As reclamações britânicas centraram-se em anúncios publicados pela Bradford Teaching Hospitals, que visavam recrutar crianças com 12 anos ou mais para ensaios da vacina de mRNA actualizada da Moderna. Estes anúncios eram direccionados directamente às crianças, em vez de aos seus pais, prometendo certificados e ursinhos de peluche como recompensa pela participação.
A campanha tentava contornar a natural reticência dos pais a submeterem os seus filhos a estes procedimentos criminosos, mas o facto de ainda assim existirem neste mundo infelizes que sujeitam a prole a testes desta natureza é por si só indicativo do triunfo luciferano que experimentamos no Ocidente.
Molly Kingsley, fundadora do grupo de campanha de protecção das crianças UsForThem, criticou esta abordagem, afirmando:
“Para qualquer empresa farmacêutica, subornar efectivamente crianças com a oferta de ursinhos de pelúcia gratuitos para participar num ensaio de um produto que representa um certo risco para a criança é um comportamento sinistro e profundamente desagradável.”
A própria FDA actualizou recentemente os rótulos de advertência das vacinas mRNA contra o coronavírus da Pfizer e da Moderna com novas informações sobre o risco de miocardite e pericardite, particularmente em homens jovens.
Esta é mais uma traição ao mandato eleitoral que levou Donald Trump à Casa Branca. Em seis meses de presidência, o número de decepções a que a actual administração está a submeter o seu eleitorado parece já insustentável, considerando até o ciclo eleitoral de 2026.
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