A Espanha está a viver noites de violência étnica entre a população nativa e as comunidades imigrantes após um idoso ter sido violentamente atacado.
No dia 9 de julho, um grupo de imigrantes atacou um homem de 68 anos que caminhava por um cemitério de madrugada, no município de Torre Pacheco, Múrcia. Os agressores desconhecidos filmaram o incidente e publicaram o vídeo nas redes sociais.
A circunstância provocou uma forte reacção entre os jovens nativos da localidade, que procuraram vingar o ataque.
Embora alguns vídeos mostrassem uma pessoa agachada no chão, ferida e assustada, parecendo ser a vítima, essas imagens eram de outro incidente, segundo disse a vítima de Torre-Pacheco à polícia. Outro vídeo que surgiu online mostrava um casal de língua russa no seu carro a ser atacado por norte-africanos aparentemente embriagados.
De acordo com a imprensa espanhola, os autores do ataque em Torre-Pacheco eram marroquinos. A vítima disse ao jornal El Español:
“Quando saí para passear, eu estava com o meu relógio e as chaves de casa, e aquele jovem nem sequer me levou o relógio: ele bateu-me só para me magoar.”
A sua mulher disse que, na cidade, a teoria era que estes “jovens” atacavam pessoas como parte de um desafio chamado “happy slapping”.
BREAKING:
The first two people arrested for beating up an elderly man in Torre Pacheco “for fun” are illegal Moroccan immigrants aged 21 and 22.
They are charged with concealment and failure to render assistance, as they did not directly hit him, but recorded and encouraged the… pic.twitter.com/yKo9h9LwvF
— Visegrád 24 (@visegrad24) July 14, 2025
Os espanhóis saíram às ruas, alguns armados com bastões, para procurar pessoas de origem imigrante. Muitos desses moradores locais estavam ligados a claques de futebol, os chamados “ultras”. Os magrebinos também se reuniram, partindo para a contraofensiva. A agitação espalhou-se por vários locais da região. Ocorreram várias lutas e confrontos, que resultaram em pelo menos cinco feridos, de acordo com os meios de comunicação social.
4 Moroccans armed with iron bars, arrested in Torre-Pacheco trying to set up a barricade.
pic.twitter.com/77emAaXTJ7— Tommy Robinson 🇬🇧 (@TRobinsonNewEra) July 13, 2025
Spanish patriots in Torre Pacheco hunt down North Africans who beat up Spanish elders for fun. pic.twitter.com/wjR1rCg5dy
— 南洋辉叔 Uncle Hui (@alexcmhwee) July 12, 2025
Devido à violência, a presença policial na região foi reforçada através de uma operação especial de segurança.
A young Moroccan migrant waves a Moroccan flag and yells at the Spanish locals in Torre Pacheco in south-eastern Spain to stop hiding behind the police and come out to fight him and his gang of Moroccans.
Ethnic clashes have been taking place in the city for 4 days 🇪🇸 pic.twitter.com/6vkDIPDhRG
— Visegrád 24 (@visegrad24) July 13, 2025
A Espanha tem visto um aumento acentuado na imigração, impulsionado pelos governos nacionais, que alegaram que o país precisava de imigrantes por razões económicas. Muitos, porém, têm argumentado que o aumento da imigração lhes custou mais do que beneficiou, sublinhando a consequente explosão dos índices de criminalidade, a perda de postos de trabalho para mão de obra mais barata e a diminuição da qualidade dos serviços públicos.
José Ángel Antelo, presidente local do partido anti-migração Vox, pediu deportações e, referindo-se ao bairro problemático de Bruxelas, habitado por comunidades predominantemente de ascendência marroquina, afirmou:
“Não queremos pessoas assim no nosso país. Não queremos que Torre-Pacheco se torne o Molenbeek da região de Múrcia. Em Espanha, as pessoas vêm para trabalhar, criar empregos e contribuir para a nossa economia — não para roubar, cometer crimes, violar, assassinar ou atacar os nossos idosos em actos de violência distorcidos, gravados e partilhados nas redes sociais entre grupos magrebinos.”
Durante o fim de semana de 12 e 13 de Julho, seis pessoas foram detidas, cinco com nacionalidade espanhola e uma de origem magrebina.
As autoridades repetiram o mantra dos poderes instituídos, sublinhando que não há tolerância para a violência ou o racismo.
O projecto leninista-globalista a todo o vapor.
Entre todos os governos dolorosamente leninistas-globalistas da Europa, a liderança da Espanha é frequentemente citada como a pior. Os sucessivos governos que oscilam entre a extrema-esquerda e o centro-esquerda têm implementado políticas de imigração progressistas, que são simultaneamente irresponsáveis e perigosas, com a Espanha a ser invadida por contingentes massivos de imigrantes do terceiro mundo, nos últimos anos. A maioria dos imigrantes é muçulmana, proveniente do Norte de África, via Marrocos.
O problema tem sido comparado a uma invasão estrangeira orquestrada, com os líderes leninistas-globalistas a puxar os cordelinhos em nome do “multiculturalismo”, de alegadas necessidades económicas e de deficits demográficos. Se o objectivo é criar uma sociedade utópica onde todos respeitam as outras culturas igualmente, então o projecto falhou miseravelmente e deve ser abandonado. Se, no entanto, o objectivo é destruir a civilização ocidental através da substituição demográfica e a destruição do legado cultural dos povos europeus, então o projecto está a ter um sucesso estrondoso.
Os cidadãos espanhóis têm lidado com anos de expansão da actividade criminosa e da violência devido aos imigrantes — a maioria deles homens em idade militar de nações islâmicas do Norte de África que não demonstram qualquer intenção de assimilar os valores das sociedades europeias. Estes imigrantes formaram inúmeros gangues de rua nas cidades espanholas, cometendo roubos, assaltos, agressões e violações, enquanto empunham abertamente facas e machados.
Palestinian Muslim scholar:
“Europeans are lowlifes and a civilization of prostitutes, promiscuity, and homosexuality.
We will conquer Paris and Rome and rule Europe with Islam.”
And the useful idiots in the West protest daily in support of these people! pic.twitter.com/TYOjaoJ2ZB
— Dr. Maalouf (@realMaalouf) April 14, 2025
Desde 2019, a Espanha registou um aumento de 35% nos crimes com facas. O número de homicídios cometidos por imigrantes aumentou 69% na última década, de acordo com dados fornecidos pelo Ministério do Interior, sendo que este número não conta com estrangeiros recentemente naturalizados nem filhos de imigrantes. As últimas estatísticas revelam um aumento alarmante de estupros, chegando a 5,206 incidentes em 2024, quase o triplo do número relatado há seis anos. Mas tanto o governo como a imprensa recusam-se a associar a tendência à imigração desregrada.
Tais crimes raramente são noticiados na imprensa corporativa e são discretamente encobertos pelo governo espanhol. Os activistas de esquerda na Espanha apoiam totalmente a invasão e difamam qualquer pessoa que ouse criticar a falta de fiscalização da imigração. O país está tão tomado pelo medo que muitos cidadãos denunciam que os ataques nas ruas são ignorados pelas testemunhas, que deixam as vítimas à própria sorte.
A Espanha está a seguir as tendências observadas em todo o mundo ocidental, que afastam os jovens nativos do mercado de trabalho, e promovem empregos destinados a estrangeiros, que assentam em mão de obra barata, não qualificada, sendo que 71,4% de todos os novos empregos nos últimos 5 anos foram para imigrantes, enquanto os jovens nativos fogem do país.
Comentadores conservadores sugerem que as condições são tão intoleráveis que a guerra civil é uma conclusão inevitável. O multiculturalismo é uma ideologia perversa que busca sufocar a dissidência e devastar as sociedades ocidentais. É improvável que a situação termine pacificamente.
Eventos semelhantes aconteceram no Verão de 2024 no Reino Unido, com motins espoletados por cidadãos nativos revoltados após anos de ataques de imigrantes e gangues de aliciamento de crianças, culminando no assassinato de três meninas por um criminoso adolescente de ascendência migrante (Axel Rudakubana). Em vez de abordar as preocupações legítimas sobre a imigração do terceiro mundo, as autoridades britânicas reprimiram os manifestantes, incluindo a suspensão da liberdade de expressão online, e prenderam centenas de cidadãos por “crimes de ódio” simplesmente por se manifestarem sobre o problema da imigração descontrolada.
A conclusão de analistas conservadores, académicos e até da opinião pública sobre este processo nas ilhas britânicas é a mesma que em Espanha: a guerra civil será incontornável.
Relacionados
13 Jul 26
Projecto-lei do governo britânico ameaça com prisão pais e médicos que resistam a tratamentos de transição de género para crianças.
Intensificando a tendência para a radicalização da ideologia de género, o governo britânico está a ameaçar pais, professores e médicos com pena de prisão caso tentem dissuadir as crianças de se submeterem a tratamentos irreversíveis de transição de género.
13 Jul 26
Trump deixa instruções para total destruição do Irão, caso seja assassinado, abrindo óbvio caminho para falsa bandeira sionista.
Num recordista exercício de estupidez, que só aumenta o risco sobre a sua própria vida, Donald Trump revelou ter deixado instruções para que os EUA ataquem o Irão caso seja entretanto assassinado, oferecendo a Telavive uma solução óbvia para exterminar o seu inimigo no Golfo.
10 Jul 26
Distopia do Reino Unido: rapazes brancos da classe trabalhadora são o grupo mais desfavorecido da sociedade britânica.
Novos dados revelaram que os rapazes brancos da classe trabalhadora estão a ficar para trás no sistema educativo britânico, tornando-os o grupo mais desfavorecido do país. E isto surpreende alguém?
9 Jul 26
Acusado de corrupção, Nigel Farage demite-se do cargo de deputado para forçar uma eleição intercalar no seu círculo eleitoral.
Acusado de receber apoios financeiros não declarados, o líder do Reform UK afirmou que as investigações sobre os casos estavam a ser instrumentalizadas politicamente e demitiu-se do cargo de deputado, activando novas eleições no seu círculo eleitoral.
9 Jul 26
Audiência preliminar do julgamento de Tyler Robinson sugere caos judicial iminente, nos EUA.
Considerando os primeiros dias da audiência preliminar, o julgamento de Tyler Robinson, o bode sacrificial que o Regime Epstein inventou para o encobrimento da verdade sobre o assassinato de Charlie Kirk, vai correr tão mal como correu a narrativa oficial relativa à ocorrência.
9 Jul 26
Tribunal abre caminho a Marine Le Pen para se candidatar à presidência de França, mas há um senão.
A decisão de um tribunal francês de reduzir a pena e o período de inelegibilidade de Marine Le Pen pode permitir-lhe candidatar-se à presidência em 2027, desde que o recurso que entretanto interpôs lhe permita fazer campanha sem pulseira electrónica e com liberdade de movimentos.






