A Espanha está a viver noites de violência étnica entre a população nativa e as comunidades imigrantes após um idoso ter sido violentamente atacado.

 

No dia 9 de julho, um grupo de imigrantes atacou um homem de 68 anos que caminhava por um cemitério de madrugada, no município de Torre Pacheco, Múrcia. Os agressores desconhecidos filmaram o incidente e publicaram o vídeo nas redes sociais.

A circunstância provocou uma forte reacção entre os jovens nativos da localidade, que procuraram vingar o ataque.

Embora alguns vídeos mostrassem uma pessoa agachada no chão, ferida e assustada, parecendo ser a vítima, essas imagens eram de outro incidente, segundo disse a vítima de Torre-Pacheco à polícia. Outro vídeo que surgiu online mostrava um casal de língua russa no seu carro a ser atacado por norte-africanos aparentemente embriagados.

De acordo com a imprensa espanhola, os autores do ataque em Torre-Pacheco eram marroquinos. A vítima disse ao jornal El Español:

“Quando saí para passear, eu estava com o meu relógio e as chaves de casa, e aquele jovem nem sequer me levou o relógio: ele bateu-me só para me magoar.”

A sua mulher disse que, na cidade, a teoria era que estes “jovens” atacavam pessoas como parte de um desafio chamado “happy slapping”.

 

 

Os espanhóis saíram às ruas, alguns armados com bastões, para procurar pessoas de origem imigrante. Muitos desses moradores locais estavam ligados a claques de futebol, os chamados “ultras”. Os magrebinos também se reuniram, partindo para a contraofensiva. A agitação espalhou-se por vários locais da região. Ocorreram várias lutas e confrontos, que resultaram em pelo menos cinco feridos, de acordo com os meios de comunicação social.

 

 

Devido à violência, a presença policial na região foi reforçada através de uma operação especial de segurança.

 

 

A Espanha tem visto um aumento acentuado na imigração, impulsionado pelos governos nacionais, que alegaram que o país precisava de imigrantes por razões económicas. Muitos, porém, têm argumentado que o aumento da imigração lhes custou mais do que beneficiou, sublinhando a consequente explosão dos índices de criminalidade, a perda de postos de trabalho para mão de obra mais barata e a diminuição da qualidade dos serviços públicos.

José Ángel Antelo, presidente local do partido anti-migração Vox, pediu deportações e, referindo-se ao bairro problemático de Bruxelas, habitado por comunidades predominantemente de ascendência marroquina, afirmou:

“Não queremos pessoas assim no nosso país. Não queremos que Torre-Pacheco se torne o Molenbeek da região de Múrcia. Em Espanha, as pessoas vêm para trabalhar, criar empregos e contribuir para a nossa economia — não para roubar, cometer crimes, violar, assassinar ou atacar os nossos idosos em actos de violência distorcidos, gravados e partilhados nas redes sociais entre grupos magrebinos.”

Durante o fim de semana de 12 e 13 de Julho, seis pessoas foram detidas, cinco com nacionalidade espanhola e uma de origem magrebina.

As autoridades repetiram o mantra dos poderes instituídos, sublinhando que não há tolerância para a violência ou o racismo.

 

 

O projecto leninista-globalista a todo o vapor.

Entre todos os governos dolorosamente leninistas-globalistas da Europa, a liderança da Espanha é frequentemente citada como a pior. Os sucessivos governos que oscilam entre a extrema-esquerda e o centro-esquerda têm implementado políticas de imigração progressistas, que são simultaneamente irresponsáveis e perigosas, com a Espanha a ser invadida por contingentes massivos de imigrantes do terceiro mundo, nos últimos anos. A maioria dos imigrantes é muçulmana, proveniente do Norte de África, via Marrocos.

O problema tem sido comparado a uma invasão estrangeira orquestrada, com os líderes leninistas-globalistas a puxar os cordelinhos em nome do “multiculturalismo”, de alegadas necessidades económicas e de deficits demográficos. Se o objectivo é criar uma sociedade utópica onde todos respeitam as outras culturas igualmente, então o projecto falhou miseravelmente e deve ser abandonado. Se, no entanto, o objectivo é destruir a civilização ocidental através da substituição demográfica e a destruição do legado cultural dos povos europeus, então o projecto está a ter um sucesso estrondoso.

Os cidadãos espanhóis têm lidado com anos de expansão da actividade criminosa e da violência devido aos imigrantes — a maioria deles homens em idade militar de nações islâmicas do Norte de África que não demonstram qualquer intenção de assimilar os valores das sociedades europeias. Estes imigrantes formaram inúmeros gangues de rua nas cidades espanholas, cometendo roubos, assaltos, agressões e violações, enquanto empunham abertamente facas e machados.

 

 

Desde 2019, a Espanha registou um aumento de 35% nos crimes com facas. O número de homicídios cometidos por imigrantes aumentou 69% na última década, de acordo com dados fornecidos pelo Ministério do Interior, sendo que este número não conta com estrangeiros recentemente naturalizados nem filhos de imigrantes. As últimas estatísticas revelam um aumento alarmante de estupros, chegando a 5,206 incidentes em 2024, quase o triplo do número relatado há seis anos. Mas tanto o governo como a imprensa recusam-se a associar a tendência à imigração desregrada.

Tais crimes raramente são noticiados na imprensa corporativa e são discretamente encobertos pelo governo espanhol. Os activistas de esquerda na Espanha apoiam totalmente a invasão e difamam qualquer pessoa que ouse criticar a falta de fiscalização da imigração. O país está tão tomado pelo medo que muitos cidadãos denunciam que os ataques nas ruas são ignorados pelas testemunhas, que deixam as vítimas à própria sorte.

A Espanha está a seguir as tendências observadas em todo o mundo ocidental, que afastam os jovens nativos do mercado de trabalho, e promovem empregos destinados a estrangeiros, que assentam em mão de obra barata, não qualificada, sendo que 71,4% de todos os novos empregos nos últimos 5 anos foram para imigrantes, enquanto os jovens nativos fogem do país.

Comentadores conservadores sugerem que as condições são tão intoleráveis que a guerra civil é uma conclusão inevitável. O multiculturalismo é uma ideologia perversa que busca sufocar a dissidência e devastar as sociedades ocidentais. É improvável que a situação termine pacificamente.

Eventos semelhantes aconteceram no Verão de 2024 no Reino Unido, com motins espoletados por cidadãos nativos revoltados após anos de ataques de imigrantes e gangues de aliciamento de crianças, culminando no assassinato de três meninas por um criminoso adolescente de ascendência migrante (Axel Rudakubana). Em vez de abordar as preocupações legítimas sobre a imigração do terceiro mundo, as autoridades britânicas reprimiram os manifestantes, incluindo a suspensão da liberdade de expressão online, e prenderam centenas de cidadãos por “crimes de ódio” simplesmente por se manifestarem sobre o problema da imigração descontrolada.

A conclusão de analistas conservadores, académicos e até da opinião pública sobre este processo nas ilhas britânicas é a mesma que em Espanha: a guerra civil será incontornável.