O Presidente Donald J. Trump confrontou o Presidente sul-africano Cyril Ramaphosa com vídeos de Julius Malema, líder de um dos maiores partidos da legislatura sul-africana, apelando ao assassinato da minoria branca do país.
Malema, anteriormente presidente da ala juvenil do partido de Ramaphosa, o Congresso Nacional Africano (ANC), pode ser visto a liderar um estádio lotado com cânticos de “Kill the Boer” e “Shoot to kill”, e a fazer imitações de uma arma a ser disparada. O termo “Boer” refere-se aos afrikaners, na sua maioria descendentes de holandeses, do Cabo Ocidental da África do Sul, mas é comummente utilizado para designar todos os afrikaners.
Em mais uma sessão de pancadaria na Sala Oval e na presença da imprensa, o Presidente Trump mostrou um vídeo de um campo de cruzes brancas, representando os agricultores brancos que foram assassinados ao longo dos anos, muitas vezes com extrema brutalidade. Ramaphosa reiterou a posição oficial do governo sul-africano de que esses agricultores são vítimas de mera “criminalidade”. No entanto, os ataques, que têm aumentado significativamente nos últimos anos, envolvem frequentemente um elemento racial, com frases como “Matem os Boer” a serem deixadas no local do crime. Trump também mostrou vários artigos noticiosos sobre estes ataques a quintas.
A administração Trump opõe-se particularmente à nova legislação do governo Ramaphosa que autoriza a expropriação de terras de agricultores brancos sem compensação – uma política anteriormente promovida no Zimbabwe, com consequências desastrosas para a minoria branca e para o país em geral, quando a produção alimentar entrou em colapso.
Em resposta às leis de expropriação da África do Sul, a administração Trump começou a aceitar afrikaners nos Estados Unidos como refugiados. Ramaphosa apelidou estes afrikaners de “cobardes”.
.@POTUS shows South Africa’s President and the reporters recent news articles of white South Africans being attacked and murdered:
“White South Africans are fleeing because of the violence and racist laws.” pic.twitter.com/60kBvFKOaa
— Rapid Response 47 (@RapidResponse47) May 21, 2025
Relacionados
8 Mai 26
Por uma vez, estão certos: maioria dos democratas americanos acha que os EUA são uma força maligna.
Não é comum (é até muito raro), mas o eleitorado do Partido Democrata é capaz de ter acertado esta: uma sondagem recente mostra uma queda significativa no número de liberais que vêem os EUA como uma força para o bem no mundo.
8 Mai 26
Governo de Merz propõe lei que dá aos municípios alemães o poder de impedirem que membros do AfD comprem propriedades.
O Ministério da Construção alemão apresentou um novo projecto-lei que dá aos municípios o direito de preferência na compra de propriedades que podem ser adquiridas por “inimigos da Constituição”. Leia-se: membros do AfD.
7 Mai 26
Espanha:amnistia massiva para os imigrantes ilegais já está a sobrecarregar os serviços públicos.
Os serviços públicos em Madrid estão a entrar em colapso devido à pressão do programa de amnistia em massa para os imigrantes ilegais, enquanto as autarquias lutam para satisfazer as necessidades tanto dos residentes como dos imigrantes.
7 Mai 26
Instabilidade política, na Roménia: Governo globalista cai após voto de desconfiança de social-democratas e nacionalistas.
O Governo globalista-leninista da Roménia caiu na terça-feira, depois de o primeiro-ministro Ilie Bolojan ter sido destituído por um voto de desconfiança apoiado pelo Partido Social Democrata e pela Aliança para a União dos Romenos, de tendência nacionalista.
6 Mai 26
Confirma-se o triunfo globalista, na Hungria: Péter Magyar nomeia para ministra da educação uma activista LGBT.
A nomeação para Ministra da Educação de Judit Lannert está a indignar os conservadores húngaros, depois de se saber que promoveu o activismo LGBTQ+ no Verão de 2021, precisamente quando Orbán tentava passar uma lei de protecção das crianças contra a perversão woke nas escolas.
5 Mai 26
O bode expiatório da Casa Branca: Trump impõe novas tarifas à União Europeia.
Donald J. Trump aumentou as tarifas sobre os veículos fabricados na União Europeia (UE), alegando, que o bloco não cumpriu os termos do seu acordo comercial com os EUA, mas sem especificar os termos desse incumprimento.






