
Com mais de 94% dos votos contados, George Simion, da nacionalista Aliança para a União dos Romenos (AUR), venceu a primeira volta das eleições presidenciais, com de quase 40% dos votos.
Somando mais de 3,3 milhões de votos, George Simion ficou em primeiro lugar, seguido pelo candidato comum dos partidos da coligação governamental, Crin Antonescu, com 1,7 milhões de votos, ou seja, 20,94%, e pelo candidato independente Nicușor Dan, em terceiro lugar, com 1,6 milhões de votos, ou seja, 20,12%.
Se Crin passar à segunda volta, poderá ter uma hipótese de ganhar o cargo de presidente, sendo menos provável que Nicușor prevaleça.
Simion venceu em quase toda a Roménia, excepto nas zonas de Szeklerland, onde vivem muitos húngaros. Nos condados de Harghita, Mureș, Covasna, Satu Mare e Bihor, Crin Antonescu está em primeiro lugar, enquanto Nicușor lidera no condado de Cluj-Napoca com 95%.
A segunda volta das eleições presidenciais romenas terá lugar a 18 de Maio.
A primeira volta destas eleições foi anulada em Dezembro passado pelo Tribunal Constitucional da Roménia, que alegou interferência estrangeira e financiamento ilegal da campanha que alegadamente prejudicaram a equidade das eleições e a igualdade de oportunidades dos candidatos. Esta decisão foi fortemente criticada como anti-democrática e continua sem suporte em evidências materiais.
Um diplomata da administração Trump, Richard Grenell, sugeriu até que foi o regime Biden quem tentou manipular as eleições na Roménia contra Călin Georgescu, que entretanto foi impedido de se voltar a candidatar, depois da autoridade eleitoral romena ter decidido, de novo sem provas, que a Rússia apoiava a candidatura do candidato populista.
Moscovo negou qualquer envolvimento. A este propósito, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse numa conferência de imprensa:
“Qualquer eleição realizada sem ele será ilegítima. A vontade do povo romeno foi suprimida”.
Na altura, George Simion anunciou uma greve parlamentar nas redes sociais, declarando que todos os deputados da AUR deixariam de participar nas reuniões parlamentares, apelidando a desqualificação de Georgescu de “um ataque à democracia”.
Depois do Tribunal Constitucional romeno ter rejeitado o recurso da decisão da Mesa Eleitoral Central, Simion publicou no X:
“Hoje, os senhores decidiram: não há igualdade, liberdade ou fraternidade para os romenos. Viva a França e Bruxelas, viva a sua colónia chamada Roménia”.
Muito bem dito.
E há em Bruxelas quem não vá dormir lá muito bem nos próximos tempos.
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