A Dinamarca, um membro da NATO, vai enviar tropas para a Ucrânia, alegando uma missão de observação de manobras militares com drones. A Rússia respondeu declarando que os soldados dinamarqueses serão alvos legítimos das suas forças armadas.
O major-general Peter Boysen declarou que estas tropas, que alegadamente estarão desarmadas, irão efectuar uma missão de treino na Ucrânia Ocidental. Embora não estejam na linha da frente, a área está ao alcance das capacidades balísticas da Rússia. “Não vão para lá para participar activamente na guerra”, afirmou Boysen.
A Rússia reagiu, classificando a acção dinamarquesa como provocatória. O embaixador russo na Dinamarca, Vladimir Barbin, reiterou que todos os locais onde se encontra pessoal e equipamento militar podem ser considerados alvos legítimos, intensificando as preocupações de segurança das tropas dinamarquesas envolvidas.
A iniciativa de formação surgiu na sequência de um convite de Oleksandr Syrskyi, Chefe do Estado Maior das forças armadas ucranianas, e centrar-se-á na avaliação e monitorização dos sistemas e tácticas de veículos aéreos sem tripulação, que têm sido usados massivamente ao longo do actual conflito com a Rússia.
De acordo com o Major-General Boysen, os conhecimentos adquiridos nas operações ucranianas podem melhorar significativamente as capacidades militares da Dinamarca.
O Ministro da Defesa dinamarquês, Troels Lund Poulsen, sublinhou anteriormente a importância de uma reacção rápida e da adaptação destas lições para as forças armadas ocidentais. A Dinamarca também está a fornecer sistemas de armamento à Ucrânia, incluindo caças e todo o seu stock de artilharia.
Em Fevereiro deste ano, o governo da Dinamarca anunciou um investimento brutal em armamento.
Antes da reeleição de Donald J. Trump, o Presidente russo, Vladimir Putin, já tinha advertido os países da NATO que o seu envolvimento na guerra da Ucrânia e utilização de mísseis ocidentais para atacar o interior da Rússia poderiam levar à III Guerra Mundial. O líder russo também advertiu contra o envio de tropas da NATO para a Ucrânia, argumentando que a circunstância poderia desencadear um conflito maior.
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