Em Fevereiro de 2023, um balão espião chinês atravessou o continente americano e rastreou silos nucleares e bases militares dos EUA com o conhecimento prévio e a cumplicidade da administração Biden, cuja preocupação foi apenas a de eventuais e “profundas implicações no relacionamento” com a China.
Em Janeiro de 2023, Biden sabia que um balão espião chinês ia atravessar os Estados Unidos continentais, do Alasca às Carolinas, mas procurou esconder isso do público americano.
O balão entrou pela primeira vez no espaço aéreo dos EUA sobre o Alasca no final de Janeiro. Joe Biden e Mark Milley sabiam que o balão de vigilância estava a sobrevoar os EUA, mas optaram pela passividade.
O engenho sobrevoou assim silos nucleares e instalações militares nos EUA com o conhecimento e o acordo tácito da administração democrata.

Inclusivamente, o balão espião chinês estava a utilizar peças americanas e a Internet americana enquanto atravessava os EUA na sua missão de espionagem militar.
O balão foi enfim abatido sobre o Atlântico, ao largo da costa das Carolinas, depois de ter atravessado impunemente todo o território continental da América do Norte. O engenho espião tinha explosivos capazes de se auto-detonarem, 60 metros de altura e pesava mais de uma tonelada.
De acordo com a Fox News:
“Funcionários do Departamento de Estado da administração Biden mantiveram conversas privadas com homólogos de Pequim sobre o balão espião chinês que interceptou o espaço aéreo dos EUA em 2023 e discutiram as implicações que a publicidade do balão teria na relação entre os EUA e a China, de acordo com funcionários da administração Trump.
As autoridades americanas identificaram o balão espião que se infiltrou no espaço aéreo dos EUA a 28 de Janeiro de 2023, e um caça da Força Aérea abateu-o ao largo da costa da Carolina do Sul a 4 de Fevereiro de 2023, dois dias depois de o Pentágono ter emitido uma declaração sobre o assunto.
Funcionários de Biden mantiveram discussões sobre o balão com Pequim a 1 de Fevereiro de 2023 e discutiram o impacto que a divulgação do pública do assunto poderia ter no relacionamento com a China, segundo mostram documentos internos do Departamento de Estado.
Uma leitura interna do Departamento de Estado sobre as conversas entre Blinken e um alto diplomata chinês revela que Blinken afirmou que se a presença do balão fosse revelada publicamente, isso poderia ter ‘profundas implicações para nosso o relacionamento’ com a China.”
É difícil encontrar exemplo na história de um governo, seja de que país for, que se mostre tão fragilizado e vulnerável e obediente perante um acção hostil de um rival geo-estratégico.
Parece que todos os subornos e presentes oferecidos pela China à família Biden acabaram por compensar.
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