A 28 de abril, o Kremlin anunciou que o Presidente russo Vladimir Putin apelou a uma pausa de três dias nas hostilidades na Ucrânia no próximo mês. Esta decisão marca a segunda vez em duas semanas que a Rússia promete uma paragem temporária das suas operações militares. O cessar-fogo deverá ter início a 8 de Maio e durar 72 horas, coincidindo com as celebrações do dia 9 de Maio na Rússia, que celebram a vitória soviética sobre a Alemanha na Segunda Guerra Mundial.
O anúncio surge na sequência de uma pressão internacional crescente, em especial por parte do Presidente dos EUA, Donald J. Trump, que tem exigido que a Rússia suspenda as suas actividades militares na Ucrânia. Numa recente publicação nas redes sociais, o Presidente Trump apelou enfaticamente ao Presidente Putin para “PARAR!” as hostilidades.
O Presidente norte-americano escreveu no Truth Social:
“Não é necessário, e o momento é muito mau. Vladimir, PARA! Estão a morrer 5000 soldados por semana. Vamos fazer um acordo de paz!”
Trump expressou cepticismo sobre as intenções de Putin em relação à paz, questionando se o líder russo está a procurar seriamente uma resolução ou apenas a ganhar tempo para uma ofensiva de Verão. Depois de uma conversa com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, no Vaticano, durante o fim de semana, Trump questionou abertamente se Putin quer realmente acabar com as hostilidades. escrevendo no Truth Socital:
“Talvez ele não queira acabar com a guerra, está apenas a dar-me uma pancadinha nas costas, e tem de ser tratado de forma diferente, através da ‘Banca’ ou de ‘Sanções Secundárias’?”
A Ucrânia ainda não reagiu publicamente à notícia do cessar-fogo russo. Anteriormente, a Rússia recusou-se a concordar com um cessar-fogo incondicional de 30 dias, apesar de a Ucrânia ter aceite esses termos. Uma trégua anterior de um dia, declarada por Putin para comemorar a Páscoa, não se concretizou, apesar de ter alegadamente conduzido a uma redução temporária da violência.
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