O grupo de extrema-esquerda alinhado com George Soros, Hope Not Hate, está a entrar em pânico com a possibilidade do líder do Partido Reformista, Nigel Farage, se tornar primeiro-ministro do Reino Unido.
Num e-mail enviado aos seus apoiantes, o grupo sediado na Grã-Bretanha – que apoia causas progressistas e globalistas radicais, como a abertura das fronteiras – afirma que os números crescentes das sondagens de Farage e do seu partido são alarmantes.
De acordo com uma nova sondagem YouGov/Sky News, o Reform UK estaria preparado para conquistar cerca de 80 lugares no Parlamento, se as eleições gerais se realizassem hoje. Se mais 3% do eleitorado britânico se decidisse a favor de Farage, o seu partido poderia obter mais de 169 lugares, abrindo a possibilidade de o líder do Brexit se tornar primeiro-ministro.
“Quando recebi os resultados da última sondagem, vou ser honesto – senti uma verdadeira sensação de alarme”, lê-se no e-mail do Hope Not Hate. E continua:
“Sabíamos que o Reform UK estava a ganhar terreno, mas não nos apercebemos de quão longe tinham chegado. Não nos podemos dar ao luxo de subestimar esta ameaça. Se a onda deles continuar, isto acaba com Nigel Farage em Downing Street”.
Sublinhando o tom de pânico, o Hope Not Hate classifica Farage e o Reform UK como um movimento de “extrema-direita” e afirma que o partido “faz de bode expiatório os requerentes de asilo, os muçulmanos e outras minorias”. Para além do seu tom histérico, o grupo de defesa globalista e de extrema-esquerda insiste que o Reform UK é contra os “princípios democráticos”.
As Reform UK top tonight’s YouGov/Sky News poll, HOPE Not Hate are running scared to their supporters.
The following email was sent to their mailing list, and they’re petrified that their beloved Labour party could lose more than 60 seats to the teal insurgents.
They trot out… pic.twitter.com/M8f9flXsFt
— Connor Tomlinson (@Con_Tomlinson) February 3, 2025
Essa linha de ataque também foi usada pelos democratas nos Estados Unidos, numa tentativa de difamar o presidente Donald J. Trump, embora com pouco sucesso.
Entretanto, as políticas de abertura das fronteiras do governo britânico continuam a alimentar a actual crise migratória do país, que tem sobrecarregado os recursos do governo e que assistiu a vários ataques recentes contra britânicos por parte de indivíduos com antecedentes migratórios.
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