O Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS) gastou 22.6 bilões de dólares dos contribuintes americanos em doações federais que forneceram assistência financeira a imigrantes ilegais de 2020 a 2024, sob o comando do ex-presidente Joe Biden. De acordo com um relatório de vigilância emitido pela Open the Books, as doações do Gabinete de Alojamento de Refugiados (ORR) foram usadas para fornecer assistência em dinheiro para imigrantes ilegais comprarem veículos e abrirem pequenos negócios.
De acordo com o relatório da Open the Books, o ORR expandiu dramaticamente o acesso a subsídios federais para não cidadãos e imigrantes ilegais – acelerando ainda mais os gastos da agência no último ano do único mandato de Joe Biden como presidente. O relatório indica que o ORR, só em 2023, emitiu mais de 10 biliões de dólares em subsídios para organizações não governamentais (ONGs).
O dinheiro dos subsídios desembolsados pelo ORR foi usado para ajudar os imigrantes ilegais na compra de veículos, casas, educação universitária, abertura de pequenas empresas e reparação de histórico de crédito. Alguns dos empréstimos para pequenas empresas disponibilizados totalizaram 15.000 dólares por candidato.
Um total de 12,4 biliões de dólares foi destinado à assistência prestada a imigrantes ilegais menores de idade, com uma obrigação de financiamento de cinco anos. Consequentemente, o ORR esteve sob intenso escrutínio durante o mandato de Biden, como parte de uma investigação do Inspector Geral, reveladora de que lapsos de política resultaram na incapacidade da agência para determinar a localização de mais de 32.000 menores imigrantes ilegais nos Estados Unidos.
Entretanto, os Serviços Mundiais da Igreja e o Comité Internacional de Resgate (IRC) foram as duas principais ONGs a receber fundos do HHS. O IRC, ligado a George Soros, é uma ONG globalista gigantesca, com um orçamento total para 2021 de mais de um bilião de dólares. David Miliband, ex-ministro britânico dos Negócios Estrangeiros, membro do Partido Trabalhista e, segundo se especula, futuro primeiro-ministro, é actualmente o seu presidente.
Em resumo: o departamento de saúde de um país que não tem sequer um serviço universal de cuidados médicos para oferecer aos seus cidadãos, gastou mais com imigrantes do que muitos países investem anualmente nos seus serviços públicos de saúde.
Espantoso.
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