O presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, do partido Congresso Nacional Africano (ANC), outrora liderado por Nelson Mandela, assinou uma lei de expropriação que permite a apreensão de terras de agricultores brancos sem indemnização.
O agricultor sul-africano Theo de Jeger advertiu que o projecto de lei dá amplos poderes “a governos municipais notoriamente corruptos para expropriar investidores por interesses públicos, como a reforma agrária e a redistribuição”.
Uma declaração publicada em nome de Ramaphosa explica que a legislação será usada para “expropriar terras no interesse público por várias razões”, incluindo para “promover a inclusão e o acesso aos recursos naturais”. A maioria dos agricultores sul-africanos pertence à minoria branca do país, principalmente afrikaners de ascendência holandesa.
Embora a lei estabeleça que a terra não deve ser expropriada “a não ser que a autoridade expropriante tenha tentado, sem sucesso, chegar a um acordo com o proprietário ou detentor de um direito de propriedade para a sua aquisição em termos razoáveis”, os proprietários privados terão pouca influência se as autoridades puderem simplesmente confiscar as suas terras sem compensação, caso não for alcançado um acordo e o “interesse público” transcenda o direito de propriedade.
O Zimbabwe, a norte da África do Sul, confiscou terras agrícolas detidas por brancos durante o regime do ditador Robert Mugabe, na década de 2000, tendo vários agricultores sido assassinados e muitos outros deslocados. Os resultados foram desastrosos, com o colapso da produção alimentar no que foi outrora “o celeiro de África” e com as terras agrícolas comerciais a perderem cerca de 75% do seu valor.
O Presidente Donald J. Trump interveio no seu primeiro mandato contra tentativas anteriores de aprovar leis de expropriação sem indemnização na África do Sul. “Pedi ao Secretário de Estado [Mike Pompeo] que estudasse de perto as apreensões e expropriações de terras e fazendas na África do Sul e o assassinato em larga escala de agricultores”, escreveu ele em agosto de 2018.
A África do sul é hoje um estado falhado, com recordistas índices de criminalidade, perseguição étnica e religiosa e falência de estruturas essências como a rede eléctrica. Um inferno na Terra. Sem direito a horário nobre.
Relacionados
15 Jun 26
Depois de anunciar por 39 vezes um acordo de paz, Trump prepara-se para assinar uma rendição dos EUA ao Irão.
Donald J. Trump afirmou no fim da semana passada, pela 39ª vez, que teria sido alcançado um acordo com o Irão. Mas o acordo parece mais uma capitulação dos EUA do que outra coisa qualquer, considerando as exigências dos iranianos e o que os americanos recebem em troca.
12 Jun 26
Congressistas avançam com projecto-lei que dá a Israel acesso à inteligência dos EUA, apesar do alerta do Pentágono sobre a espionagem sionista.
O Congresso norte-americano prepara-se para aprovar um projecto-lei que vai integrar as estruturas de inteligência dos Estados Unidos e de Israel, gerando preocupações sobre a autonomia e segurança dos EUA, bem como justificadas teorias da conspiração.
11 Jun 26
Péter Magyar quer poder absoluto e a Hungria caminha para uma crise constitucional.
A Hungria está a conhecer um grande impasse político que pode ser resolvido com a violação do seu sistema constitucional, depois de Péter Magyar ter proposto uma emenda ao texto fundamental da república para destituir do cargo o Presidente Tamás Sulyok.
10 Jun 26
O Reino Unido como barril de pólvora.
Ainda em choque com o caso Nowak, os britânicos foram confrontados com a tentativa de decapitação de um nativo branco de Belfast por um imigrante sudanês, captada em vídeo. Neste momento, o clima nas ilhas britânicas é de cortar à faca, literalmente.
9 Jun 26
Classe Epstein vs. Oligarquia WEF: Vance e Rubio criticam elites europeias pelo assassinato de Nowak. Starmer e Badenoch reagem com indignação.
A propósito do assassinato de Henry Nowak, o Regime Epstein criticou o estabelecimento WEF britânico, que reagiu prontamente, com Starmer a falar de "interferência estrangeira" e a líder "conservadora" Kemi Badenock a afirmar que não precisa de receber lições dos EUA.
8 Jun 26
Raparigas brancas violadas por cães, garrafas de whisky e centenas de muçulmanos: Rupert Lowe expõe a distopia do Reino Unido.
O líder do Restore Britain expôs em Westminster todo o horror dos abusos perpetrados por gangues de violadores muçulmanos no Reino Unido, enquanto o estabelecimento britânico continua a negar as evidências e a negligenciar as vítimas.






