O terrorista de Southport Axel Rudakubana foi condenado a uma pena mínima de 52 anos de prisão pelo “feroz” e “sádico” assassinato de três raparigas, no Verão do ano passado.
O jovem de 18 anos declarou-se culpado dos assassínios de Alice da Silva Aguiar, Bebe King e Elsie Dot Stancombe e de 10 acusações de tentativa de homicídio
Rudakubana, de 18 anos, que terá nascido no País de Gales, filho de imigrantes ruandeses, compareceu no Tribunal da Coroa de Liverpool na segunda-feira, 20 de Janeiro, depois de ter sido acusado de 16 crimes distintos, incluindo três homicídios.
Para além de admitir ter esfaqueado até à morte as 3 vítimas numa aula de dança com o tema Taylor Swift, Rudakubana também admitiu ter tentado criar o veneno mortal ricina.
Rudakubana declarou-se culpado de várias outras acusações, incluindo a tentativa de matar mais oito crianças, um instrutor de aulas de dança e um empresário que também estavam no evento. O juiz do caso aceitou a confissão de culpa de Rudakubana e declarou que ele seria sentenciado na quinta-feira.
Apesar de as autoridades terem encontrado um manual de treino da Al-Qaeda na posse de Rudakubana, o incidente não foi oficialmente declarado como um ataque terrorista, sabe-se lá porquê. E a polícia só revelou a descoberta do documento meses depois de o ataque ter ocorrido.
Rudakubana gabou-se do seu ataque pouco depois de ter sido detido, afirmando:
“Estou tão contente por aqueles miúdos estarem mortos… isso deixa-me feliz. Mortos com seis anos de idade. Estou tão feliz.”
Este foi um dos vários “comentários não solicitados” registados nas imagens das câmaras de vigilância ou anotados na altura. O assassino também foi ouvido a dizer:
“Ainda bem que estão mortos, sim. Não quero saber, sinto-me neutro’.
A polícia acredita que Rudakubana poderá ter copiado os métodos de esfaqueamento que utilizou no ataque de Southport de um manual de treino da Al-Qaeda que admitiu possuir. Acredita-se também que o tenha usado para tentar fabricar ricina.
Um perito em armas químicas concluiu que a ricina encontrada no quarto de Rudakubana estava activa e seria fatal, mas não há provas de que tenha sido utilizada.
Rudakubana tinha comprado uma quantidade suficiente de sementes de rícino, o ingrediente utilizado para fabricar a toxina, para produzir até 12.000 inalações letais, se tivesse completado o processo de destilação, segundo foi dito ao tribunal.
Um inquérito público irá examinar as oportunidades perdidas para deter Rudakubana, que tinha sido encaminhado três vezes para o programa anti-extremismo do governo, que concluiu que ele não representava uma ameaça.
No dia da sentença, o juiz descreveu as acções do adolescente como “maléficas”, afirmando:
“Sob qualquer ponto de vista, foi um crime extremo, chocante e grave, de uma violência tão extrema e de uma gravidade tão excepcional que é difícil compreender por que razão foi cometido. O réu estava determinado a causar o máximo sofrimento, causando danos profundos e permanentes às famílias e à comunidade de Southport.”
Rudakubana não foi condenado a prisão perpétua por, na altura do crime, ainda não ter completado 18 anos de idade.
A justiça de duplo critério de Keir Starmer.
Os assassinatos de Southport provocaram uma onda de protestos em toda a Grã-Bretanha, com muitos a saírem à rua para protestar contra os assassínios e contra a imigração desregrada em geral. Alguns dos protestos transformaram-se em motins, o que levou a uma reacção draconiana por parte do Primeiro-Ministro Keir Starmer, que prendeu pessoas por apenas gritarem com a polícia durante os protestos.
Num dos casos, Peter Lynch, de 61 anos, foi condenado a uma pena de prisão de mais de dois anos por ter participado numa manifestação em Rotherham e ter levado um cartaz acusando a polícia e os políticos de serem corrompidos pelas corporações globalistas. Mais tarde, foi encontrado morto na prisão, na sequência de um alegado suicídio.
A abordagem relativamente branda dos violentos contra-protestantes muçulmanos durante a mesma onda de tumultos levou muitos a acusar Starmer e a polícia de se envolverem num policiamento de dois critérios, determinado em função da etnia dos manifestantes e em claro prejuízo dos nativos britânicos.
Recentemente, têm surgido alegações que Keir Starmer foi advogado do pai do assassino de Southport e que tal facto justificou a forma como o governo trabalhista reagiu aos protestos que se seguiram ao atentado, tudo fazendo para suprimir qualquer informação que contrariasse a narrativa oficial.
Estes relatos não foram porém confirmados com claras evidências materiais, apesar de até Nigel Farage ter afirmado que há razões para pensar que se trata de um encobrimento governamental de grande escala, não especificando porém os factos.
I know. And I can confirm that Nigel is not exaggerating.pic.twitter.com/P0V3aUOuCd
— Charlie Bentley-Astor (@astor_charlie) November 16, 2024
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