Toda a gente sabe que a imprensa corporativa serve o Partido Democrata como máquina de propaganda. Um fenómeno bastante menos conhecido é que as agências de inteligência há muito que fazem o mesmo.
Em Outubro de 2020, 51 ex-funcionários dos serviços de segurança e inteligência divulgaram uma declaração afirmando que a reportagem do New York Post sobre o portátil de Hunter Biden tinha “todas as marcas clássicas de uma operação de informação russa”. A carta, que não apresentava quaisquer provas, afirmava que a experiência dos subscritores em matéria de segurança nacional os levava a suspeitar “profundamente” do alegado envolvimento da Rússia no assunto.
Após esta carta, não surgiram provas que comprovassem as alegações de que a história do portátil de Hunter Biden era desinformação russa. No entanto, devido aos avisos dos oficiais dos serviços de segurança e inteligência na altura, plataformas de redes sociais como o Twitter e o Facebook suprimiram a história que antecedeu as eleições de 2020.
A justiça está agora a chegar para estes espiões que interferiram, mentindo, nesse infame processo eleitoral. Donald Trump assinou ontem uma ordem executiva para suspender as suas habilitações de segurança, responsabilizando enfim a seita mais subterrânea do Estado Profundo.
A iniciativa corrupta de usar um cargo governamental não eleito para fazer avançar uma agenda política através de mentiras partidárias sem fundamento, terá que ter um preço a pagar.
A suspensão das habilitações de segurança faz parte do plano mais vasto de Trump para resolver o que a sua administração considera ser um problema sério de corrupção e sovietização na comunidade dos serviços secretos. Coincide também com a escolha de Kash Patel para director do FBI. Patel, um firme aliado de Trump, tem-se manifestado veementemente sobre a necessidade de reformas no seio dos serviços secretos federais e das agências de aplicação da lei.
Que faça o seu trabalho de purga.
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