O Presidente eleito Donald J. Trump anunciou que Israel e o Hamas chegaram a um acordo de cessar-fogo, garantindo o regresso dos reféns israelitas após mais de um ano de conflito na sequência dos ataques de 7 de Outubro.
Trump anunciou o cessar-fogo na sua plataforma de rede social Truth Social, declarando:
“TEMOS UM ACORDO PARA OS REFÉNS NO MÉDIO ORIENTE. ELES SERÃO LIBERTADOS EM BREVE. OBRIGADO!”
Num post posterior, Trump creditou o “acordo épico de cessar-fogo” à sua vitória eleitoral em Novembro e prometeu que Gaza nunca mais seria um paraíso do terrorismo.
“Continuaremos a promover a PAZ ATRAVÉS DA FORÇA em toda a região, à medida que aproveitamos o ímpeto deste cessar-fogo para expandir ainda mais os Acordos Históricos de Abraão. Este é apenas o começo de grandes coisas que estão por vir para a América e, de facto, para o mundo!”
Os meios de comunicação social israelitas confirmaram que o governo sionista se reuniu para aprovar o acordo na quinta-feira, 16 de Janeiro.
O acordo foi negociado no Qatar, que albergou a liderança do Hamas durante anos, até à sua saída em Novembro do ano passado. O acordo em três fases prevê a libertação de 33 dos 98 reféns na primeira fase. As Forças de Defesa de Israel (IDF) também iniciaram os preparativos para a retirada parcial de Gaza.
O Supremo Tribunal israelita terá 24 horas para autorizar um recurso contra o acordo de cessar-fogo, o que significa que o fim das hostilidades terá início na sexta-feira.
O cessar-fogo é uma vitória diplomática significativa para o Presidente eleito Trump, que chega dias antes da sua tomada de posse oficial. A libertação dos reféns do Hamas e o fim do conflito foi uma das principais promessas de política externa da campanha de Trump, juntamente com o fim da guerra entre a Ucrânia e a Rússia.
Trump já manifestou interesse em encontrar-se com o Presidente russo Vladimir Putin e encetar negociações sérias para pôr fim ao conflito.
No entretanto, Joe Biden tentou recolher mérito pela negociação levada a cabo por Donald Trump. Mas até a imprensa sionista está a deixar o senil Presidente passar pelo mentiroso desavergonhado que é.
Relacionados
15 Jun 26
Depois de anunciar por 39 vezes um acordo de paz, Trump prepara-se para assinar uma rendição dos EUA ao Irão.
Donald J. Trump afirmou no fim da semana passada, pela 39ª vez, que teria sido alcançado um acordo com o Irão. Mas o acordo parece mais uma capitulação dos EUA do que outra coisa qualquer, considerando as exigências dos iranianos e o que os americanos recebem em troca.
12 Jun 26
Congressistas avançam com projecto-lei que dá a Israel acesso à inteligência dos EUA, apesar do alerta do Pentágono sobre a espionagem sionista.
O Congresso norte-americano prepara-se para aprovar um projecto-lei que vai integrar as estruturas de inteligência dos Estados Unidos e de Israel, gerando preocupações sobre a autonomia e segurança dos EUA, bem como justificadas teorias da conspiração.
11 Jun 26
Péter Magyar quer poder absoluto e a Hungria caminha para uma crise constitucional.
A Hungria está a conhecer um grande impasse político que pode ser resolvido com a violação do seu sistema constitucional, depois de Péter Magyar ter proposto uma emenda ao texto fundamental da república para destituir do cargo o Presidente Tamás Sulyok.
10 Jun 26
O Reino Unido como barril de pólvora.
Ainda em choque com o caso Nowak, os britânicos foram confrontados com a tentativa de decapitação de um nativo branco de Belfast por um imigrante sudanês, captada em vídeo. Neste momento, o clima nas ilhas britânicas é de cortar à faca, literalmente.
9 Jun 26
Classe Epstein vs. Oligarquia WEF: Vance e Rubio criticam elites europeias pelo assassinato de Nowak. Starmer e Badenoch reagem com indignação.
A propósito do assassinato de Henry Nowak, o Regime Epstein criticou o estabelecimento WEF britânico, que reagiu prontamente, com Starmer a falar de "interferência estrangeira" e a líder "conservadora" Kemi Badenock a afirmar que não precisa de receber lições dos EUA.
8 Jun 26
Raparigas brancas violadas por cães, garrafas de whisky e centenas de muçulmanos: Rupert Lowe expõe a distopia do Reino Unido.
O líder do Restore Britain expôs em Westminster todo o horror dos abusos perpetrados por gangues de violadores muçulmanos no Reino Unido, enquanto o estabelecimento britânico continua a negar as evidências e a negligenciar as vítimas.







