O sinistro Grupo Bilderberg tem um novo e adequado presidente do “Comité Directivo”, na figura do antigo primeiro-ministro norueguês e ex-secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg.
O Bilderberg é um dos grupos de elite mais misteriosos e, por isso, mais mitificados do planeta. Fundado em 1954, a seita de elitistas globalistas leninistas há muito que atrai fascínio pelas suas reuniões clandestinas em hotéis exclusivos e resorts alpinos, onde os participantes mantêm discussões sobre relações internacionais, economia e segurança.
Pessoas moralmente desqualificadas, como Durão Barroso, são geralmente convidadas para integrarem e protagonizarem as satânicas assembleias realizadas por esta organização criminosa.
Directores da CIA e do MI6 encontram-se entre os seus membros, enquanto Henry Kissinger foi presença assídua, ao lado de nomes como Bill Clinton, Bill Gates e o Rei Carlos III. Estes dois últimos infelizes são também conhecidos pelas suas ligações ao infame World Economic Forum.
As reuniões doe Bilderberg são tão clandestinas que nem registam actas. Não são dadas conferências de imprensa e não são publicados relatórios. A conferência funciona sob as ‘Regras da Chatham House’, o que significa que os participantes podem utilizar e reportar informações aí trocadas, mas sem revelar as fontes.
As teorias da conspiração que envolvem o grupo são numerosas: para começar, diz-se que trabalha no sentido de estabelecer uma ‘Nova Ordem Mundial’, representando um perigo para a soberania das nações e para a democracia. Diz-se também que o grupo é um “criador de reis” à escala global.
“Diz-se”. E depois confirma-se.
É um facto histórico que um dos seus fundadores, o príncipe Bernhard dos Países Baixos, estava directamente ligado ao partido nazi, o que explicaria a inclinação do grupo para o controlo autoritário. Há também afirmações de que os membros do Bilderberg instigaram grandes acontecimentos globais, desde guerras a crises económicas, tudo para servir a sua agenda globalista.
E o relato das suspeitas não estaria completo sem a convicção popularizada por David Icke, alegando que os membros do Bilderberg são de uma raça reptiliana que se cruzou com humanos para controlar eventos planetários.
E enquanto o 47º Presidente dos EUA, Donald J. Trump, se prepara para regressar à Casa Branca, o Grupo Bilderberg está a remodelar-se, e os seus líderes políticos, industriais, académicos e militares escolheram Stoltenberg para presidir ao “Comité Director”.
Stoltenberg chega no momento em que Trump se prepara para cumprir as suas promessas de não gastar mais milhares de milhões do dinheiro dos contribuintes dos EUA para financiar as guerras de outros países. Mas o mandato de Stoltenberg na NATO foi dominado pelo conflito Rússia-Ucrânia e ele afirmou orgulhosamente ter supervisionado ‘o maior reforço da nossa defesa colectiva numa geração’. Numa das suas últimas declarações como líder civil da NATO, o norueguês afirmou, em Julho de 2024, que o Ocidente devia fornecer misseis de longo alcance à Ucrânia, de forma a que Kiev atingisse alvos no interior da Rússia, o que acabou por acontecer mais tarde nesse ano.
A sociedade secreta evita a interacção com a imprensa e mantém em segredo os detalhes das suas reuniões, enquanto Stoltenberg é especialista em lidar com os media.
Stoltenberg vai co-presidir o comité de direcção ao lado da economista canadiana-americana Marie-Josée Kravis, que faz parte do conselho da Publicis, uma das maiores empresas de relações públicas e comunicação do mundo.
Outro importante membro da associação secreta é Peter Thiel, co-fundador da PayPal e da Palantir Technologies. Apoiante de Trump, é próximo do vice-presidente eleito J.D. Vance, que foi seu empregado na Mithril Capital.
Thiel vai ter uma posição estratégica enquanto o Bilderberg se recalibra para a agenda ‘America First’ de Trump.
O grupo prepara-se para a sua próxima reunião em Estocolmo, com foco nos gastos com a defesa e na cooperação transatlântica.
Mas quem é que votou nestes ‘senhores do universo’?
Não interessa realmente. São eles que mandam e ponto final.
Até ver.
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