
Mais 24 horas passadas sobre a tentativa de assassinato de Trump, mais indícios de que a história está muito mal contada. De tal forma que é até pertinente perguntar se não está mal contada de propósito, porque a teoria de que o atentado foi perpetrado por um jovem tresloucado, que actuou sozinho, está a implodir com uma rapidez espantosa. Se não vejamos.
O aspirante a assassino de Trump tentou juntar-se ao clube de tiro do liceu, mas foi rejeitado porque a sua pontaria era “comicamente má”.
O rapaz da Pensilvânia que tentou assassinar o Presidente Donald Trump durante um comício no sábado tentou entrar para a equipa de tiro do seu liceu, mas foi rejeitado por recorrentes piadas “de mau gosto” – e por ser um atirador “terrível”.
Thomas Matthew Crooks, de 20 anos, matou um apoiante de Trump e feriu outros dois quando abriu fogo no recinto do Butler Farm Show com uma espingarda do tipo AR. O presumível assassino atingiu de raspão o ex-presidente antes de ser abatido pelos Serviços Secretos. Mas o tiro só não acertou em cheio na cabeça de Trump porque este se movimentou ligeiramente no momento em que a bala passava por ele. Para todos os efeitos, o disparo teve acerto profissional, como é ilustrado neste excelente trabalho de modulação:
EERIE! 😬
📽️ – @ pointconsciousness TT acct pic.twitter.com/lHjp3czvP1
— 🍓 🌺 XX XS 🌺 🍓 (@cieloazulrosado) July 17, 2024
Portanto, o mesmo Crooks que não conseguiu entrar para a equipa de tiro da Bethel Park High School, que treina com espingardas Anschutz de tiro único com miras e munições de calibre .22, numa carreira de tiro com 15 metros de comprimento, consegue, dois anos depois, acertar em cheio num alvo colocado a 150 metros com uma AR-15 de calibre 5.56.

Certa vez vez, Crooks disparou da sétima pista – a mais próxima da parede direita – e acertou na parede esquerda, falhando completamente todos os alvos na parede do fundo e errando o seu alvo directo por cerca de 6 metros.
Um estudante do liceu e membro do clube de tiro afirmou a este propósito:
“Ele tentou, mas tinha uma pontaria tão cómica que não conseguiu entrar na equipa e saiu no primeiro dia”.
Segundo um colega de turma, Crooks, que foi descrito como um solitário que usava roupas de caça para ir às aulas,
“Não conseguia atirar de jeito nenhum. Era um péssimo atirador.”
Até mesmo o treinador, estava preocupado com Crooks, segundo um outro colega:
“O nosso antigo treinador era muito rigoroso, treinava atiradores da Marinha, por isso conhecia as pessoas. Ele sabia quando alguém não era uma pessoa adequada. Reparámos nalgumas coisas que o Thomas dizia e na forma como interagia com as outras pessoas… Dizia algumas coisas que eram preocupantes. Obviamente, estamos a usar armas num ambiente escolar, pelo que é preciso ter muito cuidado a esse respeito e ele contou algumas piadas grosseiras que não eram apropriadas quando há armas de fogo no ambiente escolar.”
Análise forense de áudio revela a presença de dois atiradores.
Entretanto, uma análise forense de áudio efectuada por Catalin Grigoras, diretor do National Center for Media Forensics da Universidade do Colorado, em Denver, e Cole Whitecotton, investigador profissional associado sénior da Media Forensics, com base em áudio gravado durante o atentado, sugere a possibilidade de um segundo atirador.
Segundo estes peritos,
“os primeiros três tiros são consistentes com a alegada arma A, os cinco seguintes são consistentes com a alegada arma B e o último ‘impulso acústico’ foi emitido por uma possível arma C”.
Sabemos que um deles era o atirador identificado e outro era um atirador dos Serviços Secretos. Mas ninguém sabe quem é o terceiro atirador.
Pelo menos três testemunhas falam de um segundo atirador colocado num reservatório de água.
Momentos depois do atentado, há pelo menos três testemunhos captados em vídeo que falam de um segundo atirador, estrategicamente colocado no Reservatório de Água da Butler Farm.
Three Witnesses Claim Second Shooter On Water Tower at Trump Assassination Attempt.
Local Radio Station Also Announced Two Shooters.#watertower #TrumpAssassinationAttempt https://t.co/5wtEsL3YWa pic.twitter.com/0KzXYkIkJU
— The Daily Psyop (@PsyopDaily) July 16, 2024
A torre do reservatório está colocada a cerca de 300 metros do palco onde Trump se encontrava, perfeitamente dentro do raio de acção de um sniper profissional, e permite um ângulo de tiro directo sobre o alvo.
Foi encontrado um detonador remoto junto ao corpo de Thomas Matthew Crooks, apesar dele não ter um histórico de pesquisa online sobre explosivos.
A polícia encontrou um telemóvel e um detonador de bombas junto ao corpo de Thomas Matthew Crooks, depois de um atirador dos Serviços Secretos o ter atingido mortalmente.
Existem até fotos que mostram o telefone celular e o dispositivo transmissor. O Wall Street Journal e a CNN noticiaram anteriormente que Crooks tinha explosivos no seu Hyundai Sonata que estava estacionado junto ao comício.
No entanto, de acordo com a CNN, os investigadores não encontraram nenhum histórico de pesquisa on-line de Crooks sobre como montar explosivos caseiros:
“Não se sabe como é que Crooks montou os engenhos explosivos encontrados no seu carro. Os investigadores que analisaram o seu histórico de pesquisas online não encontraram qualquer indicação de que ele estivesse a pesquisar como fabricar explosivos caseiros, disseram os agentes da autoridade”
O retrato piloto de um bode expiatório.
Pelo que sabemos, Thomas Matthew Crooks era um jovem inteligente, introvertido e com muitas dificuldades de sociabilização. Dava dinheiro a grupos que financiam candidatos de extrema-esquerda do Partido Democrata, mas estava registado como eleitor republicano. Na altura da sua morte, vestia uma t-shirt de um grupo conservador defensor da Segunda Emenda, que garante o direito à posse de armas aos cidadãos da Federação.
Como o Contra já documentou, Crooks não tinha contas activas nas redes sociais, e o FBI declarou, nas primeiras 48 horas após o atentado, que não tinha encontrado maneira de aceder aos dados do seu telemóvel. Os peritos de uma das mais bem preparadas e tecnologicamente sofisticada forças de segurança do mundo não conseguem aceder aos dados de telemóvel de um puto sem qualquer treino militar ou – que se saiba – formação especializada em encriptação? Entretanto, a agência comunicou que conseguiu finalmente aceder a esses dados, mas não revelou nada sobre a sua natureza.
A conta do Instagram do jovem terrorista, apesar de inactiva, tem esta frase no perfil:
“@skvmlord obrigou-me a fazê-lo”
A página do Instagram do tal skvmlord é uma coisa deveras sinistra (na imagem, à direita), mas nada sabemos sobre o seu titular.
O rapaz fez parte do elenco de um filme promocional da BlackRock, o que só por si é um indicador do seu posicionamento ideológico, considerando o carácter globalista-leninista-corporativo da infame gestora de fundos de Wall Street.
Crooks é um perfeito bode expiatório e as contradições e os silêncios que perfazem o seu perfil lembram um outro personagem envolvido numa conspiração assassina: Lee Harvey Oswald, um homem também socialmente inepto, que sendo oficialmente declarado como um radical comunista, e tendo até vivido na União Soviética, estava ligado a grupos de activistas que objectivavam a queda de Fidel Castro e era muito provavelmente um activo da CIA.
Seja como for, é agora claríssimo, por estes e outros motivos já apontados pelo Contracultura, que a tentativa de assassinato de Donald Trump resultou de uma operação clandestina que contou com mais que um atirador e com a colaboração dos Serviços Secretos, embora não seja ainda líquido, se é que alguma vez será, qual a organização específica que está por trás do plano, sendo que alguns indícios apontem para a CIA.
O facto de em poucas horas se ter percebido que se tratou de um conspiração para matar o ex-presidente também não revela, na opinião do Contra, qualquer vestígio de amadorismo. Pelo contrário. A confusão, a contradição, a desinformação, as mais que muitas pontas soltas, excessivas para não serem intencionais, o simulacro de incompetência (ou a sua fabricação propositada), o carácter ambivalente do bode expiatório, são tudo marcas de uma sofisticada black op.
O Contra não tem neste momento qualquer dúvida sobre esta questão: A tentativa de assassinato de Donald Trump decorreu de um plano, cuidadosamente elaborado, de uma ou mais facções do estado profundo que rege os destinos da América.
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