Joe Biden autorizou finalmente a ‘protecção’ dos Serviços Secretos dos Estados Unidos ao candidato presidencial independente Robert F. Kennedy Jr., na segunda-feira. O anúncio foi feito pelo secretário de Segurança Interna do candidato democrata de 81 anos, Alejandro Mayorkas, que numa conferência de imprensa na Casa Branca afirmou
“À luz dos acontecimentos deste fim de semana, o Presidente deu-me instruções para trabalhar com os Serviços Secretos no sentido de dar ‘protecção’ a Robert Kennedy Jr.”
O anúncio foi feito depois de um homem de 20 anos ter tentado assassinar o ex-Presidente Donald J. Trump durante um comício de campanha na Pensilvânea, no sábado.
Umas horas antes, Trump já tinha exigido que Kennedy recebesse ‘protecção’ dos Serviços Secretos, escrevendo no Truth Social:
“À luz do que está a acontecer no mundo hoje, acredito que é imperativo que Robert F. Kennedy Jr. receba protecção dos Serviços Secretos – imediatamente. Dada a história da família Kennedy, esta é a coisa certa a fazer!”
O simples facto desta ‘protecção’ ter sido negada ao candidato independente já é sintomático sobre o carácter draconiano do regime Biden. Mas dados os acontecimentos de sábado, JFK deve considerar se o destacamento dos Serviços Secretos que agora lhe foi concedido se destina a protegê-lo ou a matá-lo. E Trump revela aqui, mais uma vez, a sua ingenuidade, ao recomendar a Kennedy o mesmo serviço que claramente criou as condições necessárias a que fosse baleado na orelha direita, escapando à morte por milagre.
Como o ContraCultura já documentou em vários artigos, o comportamento destes serviços de segurança, que trabalham sob a égide do regime Biden, no decorrer da tentativa de assassinato de Donald Trump, foi excessivamente incompetente para que a incompetência seja plausível. No mínimo, os Serviços Secretos foram cúmplices da tentativa de assassinato de sábado.
Depois de anunciar a sua candidatura independente à Casa Branca, Robert F. Kennedy Jr. solicitou a ‘protecção’ dos Serviços Secretos em pelo menos duas ocasiões, tendo-lhe sido negada essa contribuição por ambas as vezes. O seu pai, Robert F. Kennedy, foi assassinado pelo palestiniano jordano Sirhan Sirhan em 1968. O tio de RFK Jr., o falecido Presidente John F. Kennedy, foi assassinado em Dallas, Texas, em 1963.
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