Cerca de 85.000 crianças que atravessaram a fronteira dos EUA como menores não acompanhados estão desaparecidas depois de terem sido entregues a ‘tutores’.
Os delatores do governo partilharam esta informação com um painel do Senado na terça-feira, fornecendo provas de abuso e tráfico de menores e afirmando que as crianças são muitas vezes entregues a indivíduos que não são seus familiares.
Tara Lee Rodas, uma denunciante com 20 anos de carreira federal, descreveu as suas experiências no Pomona Fairplex Emergency Intake Site, onde trabalhou como Adjunta do Director da Equipa Federal de Gestão de Casos. Um dos casos que denunciou envolveu uma rapariga guatemalteca de 16 anos chamada Carmen, que foi colocada com um homem que dizia ser seu irmão, mas que posteriormente publicou pornografia infantil na Internet.
Rodas também afirmou que gangues como a MS-13 estão envolvidos na colocação de crianças. Apesar dos avisos, as autoridades retaliaram contra Rodas, em vez de investigarem as suas queixas. O seu testemunho é reafirmado no clip em baixo.
A denunciante Deborah White alegou que os ditos ‘tutores’ raramente são examinados cara a cara e que a falsificação de documentos é generalizada, afirmando:
“As crianças não vão para junto dos pais. As crianças estãos a ser traficadas graças a milhares de milhões de dólares dos contribuintes por uma empresa contratada que não conseguia avaliar os tutores e processar as crianças em segurança, com a cumplicidade de funcionários do governo.”
A supervisão dos ‘tutores’ pelo Departamento de Serviços Humanos envolve um acompanhamento mínimo, normalmente limitado a um único telefonema 30 dias após a colocação. Nessa altura, muitas crianças já não podem ser contactadas.
O Secretário dos Serviços Humanos, Xavier Becerra, afirmou que nenhuma criança desapareceu da custódia do HHS; no entanto, os denunciantes esclareceram que esta afirmação só é tecnicamente correcta, já que abrange apenas o período de tempo entre a passagem da fronteira e o momento em que as empresas de transporte entregam as crianças aos seus tutores. As crianças desaparecem frequentemente pouco tempo depois.
Relacionados
14 Jul 26
EUA: Esperança média de vida decresce para quem nasceu depois dos anos 50.
Um novo estudo revelou que os americanos nascidos após a década de 50, e principalmente depois de 1970, estão a apresentar taxas de mortalidade mais elevadas devido a doenças cardíacas, cancro e overdoses, sinalizando uma tendência preocupante na esperança média de vida.
13 Jul 26
Projecto-lei do governo britânico ameaça com prisão pais e médicos que resistam a tratamentos de transição de género para crianças.
Intensificando a tendência para a radicalização da ideologia de género, o governo britânico está a ameaçar pais, professores e médicos com pena de prisão caso tentem dissuadir as crianças de se submeterem a tratamentos irreversíveis de transição de género.
10 Jul 26
Distopia do Reino Unido: rapazes brancos da classe trabalhadora são o grupo mais desfavorecido da sociedade britânica.
Novos dados revelaram que os rapazes brancos da classe trabalhadora estão a ficar para trás no sistema educativo britânico, tornando-os o grupo mais desfavorecido do país. E isto surpreende alguém?
8 Jul 26
Alemanha: Activistas de esquerda sob investigação criminal após mostrarem pornografia gay a adolescentes numa sala de aula.
A polícia de Görlitz, na Saxónia, está a investigar duas activistas por terem mostrado imagens pornográficas homossexuais a alunos de 14 e 15 anos, durante uma semana de "actividades curriculares". Mas até as creches públicas são ambientes sexualizados, na Alemanha.
7 Jul 26
Reino Unido regista taxa de fertilidade mais baixa em cinquenta anos, e mais de um terço dos nascimentos são de mães imigrantes.
Novos dados estatísticos do Reino Unido revelam um declínio acentuado nas taxas de fertilidade, com as mulheres a terem, em média, apenas 1,39 filhos cada, e a proporção de crianças nascidas de mães estrangeiras a ultrapassar um terço dos nascimentos.
3 Jul 26
Distopia do Reino Unido: Cidadãos revoltados com abuso sexual de uma menina de 14 anos são presos por mais tempo do que imigrante que cometeu o crime.
O sistema judicial de dois critérios do Reino Unido esmaga os nativos enquanto protege os criminosos imigrantes, e um cidadão que protestou contra abusos sexuais sobre uma rapariga de 14 anos foi condenado a uma pena de prisão maior do que o imigrante que cometeu o crime.






