É agora indesmentível: O atirador que tentou matar Donald Trump foi visto e localizado por dezenas, se não centenas de pessoas pelo menos dois minutos antes de disparar. Ou seja, os Serviços Secretos, que como o Contra já documentou, foram repetidamente alertados para a presença do atirador, não só nada fizeram para eliminar a ameaça como deixaram Trump no palco, completamente exposto e desprotegido, durante minutos. Não foram segundos. Foram minutos.
More than two minutes lapse from the time dozens of people point out the gunman to the first shots being fired. There is no reason he shouldn’t have been stopped sooner or at minimum the secret service should have pulled Trump off the stage.
Amazing edit. pic.twitter.com/6iVKHuENG9
— Clint Russell (@LibertyLockPod) July 15, 2024
Por outro lado, os snipers das forças de segurança detectaram a presença do atirador pelo menos 42 segundos antes deste ter disparado sobre o ex-presidente. 42 segundos. No contexto desta especialidade militar, é uma eternidade.
42 SECONDS
.@SpeakerJohnson @elonmusk
The “counter snipers” didn’t take the shot at the shooter sniperThey were looking at him at least 42 seconds before the ear shot on Donald Trump and failed the President
Did The CIA do an inside job with Thomas Matthew Crooks w/ the AR-15 pic.twitter.com/w1ZPPvTQ1s
— J6 Videos (@J6Videos) July 14, 2024
Não há também qualquer justificação para que o telhado onde se encontrava o atirador não estivesse patrulhado ou, pelo menos monitorizado pelas forças de segurança, já que se trata de uma medida básica de protocolo, porque o edifício distava apenas cerca de 150 metros do palco e estava por isso dentro do perímetro cuja segurança será sempre da responsabilidade dos Serviços Secretos.
Para além de ser muito estranho que um rapazola de 20 anos não tenha contas activas nas redes sociais, o FBI declarou que não conseguiu aceder aos dados do seu telemóvel. Outra vez: Os peritos de uma das mais bem preparadas e tecnologicamente sofisticada forças de segurança do mundo não conseguiram aceder aos dados de telemóvel de um puto sem qualquer treino militar ou – que se saiba – formação especializada em encriptação. Alguém, com um único neurónio a funcionar, acredita nisto?
Acresce que há uma mulher no público, com todo o ar de agente infiltrada, que age, durante o tiroteio, como se estivesse precisamente à espera do que sucedeu, enquanto filma calmamente os acontecimentos, traindo qualquer reacção humana a uma situação deste género inesperado. Mais estranho ainda: A mulher está muito próxima do palco, por trás de Donald Trump, numa área de risco, caso se tratasse de um atirador amador, que podia facilmente falhar um tiro a 150 metros por dois ou três metros.
Esta história só vai ganhar densidade dos próximos dias. Tudo o que de novo se souber, será publicado no Contra. Este texto não tem links, porque aquilo que aqui é afirmado é comprovado nos vídeos anteriores e ilustrado ou documentado neste clip do Paul Joseph Watson:
Às tantas, os factos bizarros e o nível abismal de incompetência, excessivo para ser plausível, levantam cada vez menos dúvidas de que esta foi uma acção planeada e montada pelos poderes instituídos em Washington, com todas as marcas caraterísticas de uma black op.
De qualquer forma e como já foi escrito no artigo do Contra que saiu ontem de manhã sobre este assunto, não deixa de espantar como é que a campanha de Donald Trump confia a segurança do candidato a uma organização que trabalha sob a égide do regime Biden.
É, de todo em todo, a definição de uma conspiração de estúpidos.
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