Em Julho de 2023, o ContraCultura documentou o caso de um estudo publicado na revista Lancet que analisava 325 autópsias após a vacinação mRNA-Covid e constatava que 74% das mortes tinham sido causadas pela vacina. A notícia era a de que o artigo foi removido da revista 24 horas depois de ser publicado.
Um ano depois, o estudo encontrou uma nova vida na revista Forensic Science International, uma reputada publicação científica.
O coautor da revisão, Dr. William Makis, anunciou no X que o artigo anteriormente censurado foi finalmente revisto por pares e está agora disponível online.
“Descobrimos que 73.9% das mortes foram directamente devidas ou significativamente contribuídas pela vacinação COVID-19 “, escreveram Makis e seus co-autores. “Os nossos dados sugerem uma alta probabilidade de um nexo causal entre a vacinação COVID-19 e a morte.”
Peter McCullough, Mark Trozzi, Richard Amerling, Heather Gessling, Harvey Risch, Paul Alexander e Roger Hodkinson contribuíram para a revisão.
BREAKING NEWS: Our LANCET CENSORED Paper is now peer reviewed and available online!
“A Systematic REVIEW of Autopsy findings in deaths after COVID-19 vaccination”
“325 autopsy cases”
“We found that 73.9% of deaths were directly due to or significantly contributed to by… pic.twitter.com/HCXfeXh0Gk
— William Makis MD (@MakisMD) June 21, 2024
“Uma vitória da ciência sobre a censura.”
Makis estava entusiasmado por anunciar a publicação do paper, uma vez que a sua anterior rejeição pela Lancet ameaçava manter as suas descobertas longe do conhecimento público.
Makis elogiou um dos autores do trabalho, Nicolas Hulscher, por ter demonstrado uma “perseverança incrível”, ao não desistir depois da Lancet ter retirado o artigo nas primeiras 24 horas sem qualquer razão legítima, quando centenas de milhares de pessoas já o tinham descarregado, acrescentando:
“As grandes farmacêuticas pressionaram a Lancet, mas não conseguiram silenciar-nos. O nosso artigo foi adiado por um ano e essas acções de censura e cancelamento levaram a muitas mortes que poderiam ter sido evitadas. (…) Esta é uma vitória da ciência sobre a censura!”
Makis marcou Tucker Carlson, Joe Rogan e Russell Brand no seu post, na aparente esperança de que um ou todos eles divulguem o artigo e as suas conclusões.
Em resposta a Makis, uma utilizadora do X mostrou o que aconteceu ao seu pai idoso depois de ter sido submetido à terapia genética contra a Covid:
This is my dad after a shot and a booster. He’s elderly so he fell for it. We’re devastated 💔
Unexplained blisters break out and this last episode landed him in the Atlanta burn center in ICU. Team of specialists can’t identify it. But we all know what it is 🙄
Healthy all of… pic.twitter.com/tgpOvsxnP0
— 🇺🇲Salty Texan (@texan_maga) June 22, 2024
Um outro utilizador escreveu que dois dos seus familiares morreram em consequência da vacinação, embora as duas mortes nunca tenham sido oficialmente reconhecidas como tendo sido causadas pelas vacinas mRNA, perguntando e concluindo:
“Quantos morreram que nunca foram formalmente reflectidos nos dados? Duas pessoas numa família é muito”.
O Dr. Flavio A. Cadegiani também comentou o post de Makis, referindo um ensaio de que foi co-autor e que foi rejeitado pelo editor-chefe da revista New England Journal of Medicine que alegou que a sua equipa “não tinha capacidade para analisar os dados”.
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