Durante uma palestra intitulada “Comemorando 50 Anos de Progresso na Imunização”, o infeliz e autoritário Director-Geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, deixou claro que nenhum debate é permitido quando se trata de vacinas.
A certa altura, a infame criatura, talvez frustrada pelo recente insucesso do seu muito querido ‘Tratado Pandémico’ disse isto:
“Vocês conhecem o sério desafio que os opositores das vacinas representam, e acho que precisamos de traçar estratégias para realmente reagir. Acho que é hora de ser mais agressivo na repressão aos opositores das vacinas. Acho que eles usaram a Covid como uma oportunidade, e conhecemos toda a destruição que eles estão a criar.”
É preciso ser realmente um crápula saído do último fosso dos infernos para dizer isto e manter uma cara séria.
Talvez seja bom lembrar que Tedros tem uma longa história de mentir abertamente à comunidade global.
Em janeiro de 2020, a OMS disse que o coronavírus não era motivo de preocupação. E que não havia evidências de transmissão entre humanos.
Preliminary investigations conducted by the Chinese authorities have found no clear evidence of human-to-human transmission of the novel #coronavirus (2019-nCoV) identified in #Wuhan, #China🇨🇳. pic.twitter.com/Fnl5P877VG
— World Health Organization (WHO) (@WHO) January 14, 2020
Era uma mentira encomendada pelo regime chinês e Tedros sabia bem, na altura, que estava a mentir. Mas logo depois disso, passou a projectar uma ideia apocalíptica do coronavírus.
Em Março de 2020, Tedros afirmou numa conferência de imprensa que a taxa de mortalidade do coronavírus era de 3,4%. Terá sido, quando muito, de 0,1%, semelhante à gripe sazonal. Esta premissa flagrantemente falsa levou ao maior pânico global da história contemporânea.
A OMS e o seu director-geral atacaram constantemente aqueles que manifestaram preocupações legítimas sobre tudo o que teve a ver com a pandemia e ignoraram os dados sobre os perigos das respectivas terapias genéticas.
O ContraCultura tem documentado com constância a devastação que as ‘vacinas’ Covid têm gerado na saúde dos povos, a nível global, e não vale agora a pena fazer um listagem de todas essas notícias e das centenas, senão milhares, de estudos científicos que as associam a doenças cardíacas, neurológicas, imunológicas e cancerígenas.
Mas será pertinente deixar aqui uma nota eloquente: Até o The Telegraph, que, como publicação mainstream, defendeu o programa de vacinação até às últimas consequências, que incluíram até o despedimento de alguns dos seus mais talentosos colaboradores, como é o caso de Bob Moran, publicou no início deste mês um artigo que reconhece o impacto das terapias mRNA nos excessos de mortalidade que hoje testemunhamos por todo o mundo.
BREAKING FRONT PAGE TELEGRAPH
‘Covid jab may have led to rise in excess deaths’
FINALLY mainstream media acknowledgement in U.K.
We did it 🔥🔥🔥 pic.twitter.com/IohpKStw1V
— Dr Aseem Malhotra (@DrAseemMalhotra) June 4, 2024
Neste contexto, afirmar que aqueles que se opõem a qualquer programa de vacinação por tecnologia mRNA estão a “criar destruição” é de tal forma obsceno que se torna até difícil comentar a acusação. E recomendar uma intensificação da “repressão” sobre a opinião dissidente é transformar a Organização Mundial de Saúde numa espécie de Gestapo sanitária, cuja natureza draconiana só poderá ser intelectualmente sustentável num mau romance de ficção científica.
De facto, os comentários de Tedros Ghebreyesus parecem produto de um delírio ficcional, mas são bem reais:
Relacionados
15 Jun 26
Depois de anunciar por 39 vezes um acordo de paz, Trump prepara-se para assinar uma rendição dos EUA ao Irão.
Donald J. Trump afirmou no fim da semana passada, pela 39ª vez, que teria sido alcançado um acordo com o Irão. Mas o acordo parece mais uma capitulação dos EUA do que outra coisa qualquer, considerando as exigências dos iranianos e o que os americanos recebem em troca.
12 Jun 26
Congressistas avançam com projecto-lei que dá a Israel acesso à inteligência dos EUA, apesar do alerta do Pentágono sobre a espionagem sionista.
O Congresso norte-americano prepara-se para aprovar um projecto-lei que vai integrar as estruturas de inteligência dos Estados Unidos e de Israel, gerando preocupações sobre a autonomia e segurança dos EUA, bem como justificadas teorias da conspiração.
11 Jun 26
Péter Magyar quer poder absoluto e a Hungria caminha para uma crise constitucional.
A Hungria está a conhecer um grande impasse político que pode ser resolvido com a violação do seu sistema constitucional, depois de Péter Magyar ter proposto uma emenda ao texto fundamental da república para destituir do cargo o Presidente Tamás Sulyok.
10 Jun 26
O Reino Unido como barril de pólvora.
Ainda em choque com o caso Nowak, os britânicos foram confrontados com a tentativa de decapitação de um nativo branco de Belfast por um imigrante sudanês, captada em vídeo. Neste momento, o clima nas ilhas britânicas é de cortar à faca, literalmente.
9 Jun 26
Classe Epstein vs. Oligarquia WEF: Vance e Rubio criticam elites europeias pelo assassinato de Nowak. Starmer e Badenoch reagem com indignação.
A propósito do assassinato de Henry Nowak, o Regime Epstein criticou o estabelecimento WEF britânico, que reagiu prontamente, com Starmer a falar de "interferência estrangeira" e a líder "conservadora" Kemi Badenock a afirmar que não precisa de receber lições dos EUA.
8 Jun 26
Raparigas brancas violadas por cães, garrafas de whisky e centenas de muçulmanos: Rupert Lowe expõe a distopia do Reino Unido.
O líder do Restore Britain expôs em Westminster todo o horror dos abusos perpetrados por gangues de violadores muçulmanos no Reino Unido, enquanto o estabelecimento britânico continua a negar as evidências e a negligenciar as vítimas.






