Os peritos em saúde pública estão, lenta mas paulatinamente, a reconhecer que as vacinas mRNA contra a Covid-19 podem ser responsáveis pelo aumento global do número de mortes em excesso desde a pandemia, já que os dados de mortalidade de 47 países ocidentais, compilados por investigadores nos Países Baixos, mostram que as mortes nesses países excederam as projecções em três milhões, desde 2020.
Apesar dos dados estatísticos indicarem inequivocamente que a terapia genética mRNA é um processo genocida, as vacinas continuam a ser disponibilizadas e aconselhadas com pressurosa insistência pela maior parte dos governos ocidentais e os excessos de mortalidade continuam a aumentar.
Os investigadores holandeses publicaram as suas conclusões na revista BMJ Public Health, afirmando:
“Embora as vacinas contra a Covid-19 tenham sido fornecidas para evitar que os civis sofressem morbidade e mortalidade pelo vírus da Covid-19, também foram documentados eventos adversos suspeitos. Tanto os profissionais de saúde como os cidadãos relataram danos graves e mortes após a vacinação a várias bases de dados oficiais no mundo ocidental.
Apesar do seu carácter científico, o texto não evita a ironia, que é assertiva como o raio:
Durante a pandemia, foi enfatizado pelos políticos e pelos media diariamente que cada morte de Covid-19 importava e cada vida merecia protecção por meio de medidas de contenção e vacinas Covid-19. No rescaldo da pandemia, a mesma moral deve ser aplicada”,
Observando que os números do excesso de mortes são ‘sem precedentes’, os investigadores afirmam que o seu estudo “suscitou sérias preocupações” sobre o declínio da saúde global e apelam aos governos para que investiguem a causa, que, segundo eles, pode incluir efeitos secundários das vacinas.
Para além da possibilidade de as vacinas serem prejudiciais, os investigadores referiram também que medidas como o confinamento, o encerramento de transportes públicos, o racionamento dos cuidados de saúde e as restrições económicas tiveram provavelmente um impacto negativo na saúde a médio e longo prazo das pessoas em todo o mundo.
Este estudo vem confirmar as conclusões de um outro, também muito recente, realizado pela a Universidade do Estado de Ohio, que sugere que os doentes com Covid-19 que foram vacinados têm muito mais probabilidades de morrer da doença do que os doentes que não foram vacinados, e reforçar as bombásticas declarações do mais proeminente oncologista do Japão, o Dr. Masanori Fukushima, que numa entrevista concedida em Maio deste ano, afirmou que o programa de vacinação contra a Covid foi um “assassinato”, e o resultado de uma “grave crise na medicina, na ciência e na democracia”.
Os estudos de largo espectro como este realizado por investigadores neerlandeses, mostram invariavelmente os mesmos resultados: Em Abril, foi publicada uma revisão exaustiva de papers sobre as vacinas mRNA, efectuada por um consórcio internacional de cientistas, que levantou sérias preocupações quanto ao perfil de segurança das vacinas contra a Covid-19.
Um estudo de largo espectro publicado em 2023 estima que pelo menos 17 milhões de pessoas tenham morrido em todo o mundo em consequência da “vacinação” contra a Covid-19. Estes números são similares ao total de mortos na Primeira Guerra Mundial.
De acordo com os dados da Agência de Segurança da Saúde do Reino Unido, morreram no país 61.000 pessoas não vacinadas e aproximadamente um milhão de pessoas vacinadas, entre 2021 e 2023. Este números, oficiais, são reveladores inequívocos de crimes contra a humanidade.
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