Várias pessoas foram esfaqueadas numa manifestação contra a islamização na cidade alemã de Mannheim. O vídeo do ataque, que entretanto foi suprimido das redes sociais, mas cujas imagens de carácter gráfico podem ser vistas aqui, mostra um homem barbudo a atacar pessoas numa manifestação contra o extremismo islâmico organizada pelo Movimento de Cidadãos Pax Europa (BpE), descrito como um grupo contra a jihad.
No vídeo podemos constatar que várias pessoas tentam conter o agressor, incluindo um agente da polícia que parece ter sido esfaqueado no pescoço enquanto lutava com ele no chão. De seguida, um segundo agente da polícia dispara sobre o terrorista. O estado do agressor e das suas vítimas é desconhecido até à data de publicação desta notícia.
It appears the policeman who was stabbed in Mannheim was struck after tackling a member of the public who was trying to restrain the knifeman and pinning him down. https://t.co/ID4JqULU2g pic.twitter.com/dwnMQ9p0gc
— Jack Montgomery (@JackBMontgomery) May 31, 2024
Uma das vítimas foi identificada como “o activista de extrema-direita e crítico anti-islâmico Michael Stürzenberger” pelo canal Euronews, financiado pela União Europeia.
Como o ContraCultura noticiou, milhares de manifestantes reuniram-se em Hamburgo, no fim de Abril, para exigir a criação de um califado islâmico na Alemanha. A manifestação foi organizada por um grupo extremista conhecido como Muslim Interaktiv, que também opera no Reino Unido. Ninguém foi esfaqueado.
Um estudo sobre a delinquência juvenil na província alemã da Baixa Saxónia revelou que a ideologia islamita radical é amplamente prevalecente entre a população jovem muçulmana, com quase metade a preferir um califado islâmico à democracia.
A criminalidade na Alemanha explodiu para níveis estratosféricos, com um enorme aumento de imigrantes a cometerem crimes violentos. Imigrantes violaram e agrediram sexualmente mais de 7.000 mulheres alemãs desde 2015. Os números foram retirados das estatísticas criminais da polícia, e revelam que os imigrantes estão significativamente sobre-representados nas estatísticas de violação no país.
Mas são os cidadãos como Marie-Thérèse Kaiser, que denunciam esse aumento desproporcional dos crimes perpetrados por imigrantes, que são condenados nos tribunais alemães.
Relacionados
12 Jun 26
Distopia do Reino Unido: escolas ensinam às crianças que só as pessoas brancas podem ser racistas.
Um programa escolar inglês que ensina teorias raciais controversas, incluindo a afirmação de que apenas as pessoas brancas podem ser racistas, gerou reacções negativas por parte dos pais e de vários sectores da sociedade britânica.
10 Jun 26
O Reino Unido como barril de pólvora.
Ainda em choque com o caso Nowak, os britânicos foram confrontados com a tentativa de decapitação de um nativo branco de Belfast por um imigrante sudanês, captada em vídeo. Neste momento, o clima nas ilhas britânicas é de cortar à faca, literalmente.
10 Jun 26
De mal a pior: Polícia britânica tentou incriminar Henry Nowak dias após a sua morte, quando já sabia que a vítima era inocente.
Um patamar mais abaixo, na direcção do inferno: a polícia de Hampshire tentou retratar Henry Nowak como o agressor no incidente em que foi assassinado, e interferir no julgamento do seu assassino, apesar de já ter conhecimento factual de que a vítima era completamente inocente.
8 Jun 26
Enquanto nativos fogem, imigração no Reino Unido mantém-se acima das 800.000 entradas por ano.
O governo do Partido Trabalhista britânico está a divulgar novas estatísticas que mostram que a imigração bruta continua extremamente elevada, acima dos 800 mil imigrantes por ano, enquanto os nativos britânicos estão a sair a uma média de quase 300.000 por ano.
8 Jun 26
Raparigas brancas violadas por cães, garrafas de whisky e centenas de muçulmanos: Rupert Lowe expõe a distopia do Reino Unido.
O líder do Restore Britain expôs em Westminster todo o horror dos abusos perpetrados por gangues de violadores muçulmanos no Reino Unido, enquanto o estabelecimento britânico continua a negar as evidências e a negligenciar as vítimas.
5 Jun 26
Estrangeiros ocuparam 90% dos empregos nos EUA após a COVID-19.
Uma análise de dados do Departamento de Estatísticas do Trabalho revela que os trabalhadores estrangeiros ocuparam a esmagadora maioria dos novos empregos nos EUA desde o início da pandemia COVID-19. E o trend não desacelerou com Donald Trump.






