Os serviços secretos ucranianos contrataram um “assassino profissional” para assassinar Tucker Carlson, enquanto este esteve em Moscovo para entrevistar Vladimir Putin. Felizmente, a unidade antiterrorista russa impediu o atentado terrorista, planeado pela Direcção Principal dos Serviços Secretos da Ucrânia, e o alegado “hitman” foi detido por acusações de terrorismo.
Ao que se sabe, a célula terrorista era operada por “manipuladores ucranianos” com o objectivo específico de matar o jornalista americano. O terrorista, de nacionalidade russa, confessou o plano e deu pormenores sobre o mesmo, afirmando que lhe terá sido fornecido um DEI (dispositivo explosivo improvisado) para o atentado. O plano consistia em atingir o veículo de Tucker Carlson no parque de estacionamento subterrâneo do hotel Four Seasons.
No interrogatório, Vasiliev contou ter recebido instruções e a localização do DEI, mas que foi detido antes de cometer o atentado. Mencionou também que os agentes ucranianos lhe prometeram 4.000 dólares pela execução bem sucedida do atentado.
Considerando que se não fosse a ajuda material dos Estados Unidos, o regime Zelensky já há muito tinha claudicado, chegamos à conclusão que a Ucrânia está a utilizar dólares americanos para tentar matar jornalistas americanos.
É espantoso.
Tucker Carlson visitou Moscovo no início de Fevereiro para entrevistar o presidente russo Vladimir Putin. O jornalista com maiores audiências na história da comunicação social afirmou em 2021 que a administração Biden espiou ilegalmente as suas mensagens de texto e divulgou-as juntos da imprensa corporativa americana de forma a impedi-lo de entrevistar Putin,quando ainda trabalhava na Fox News. Tucker disse entretanto que tinha “quase a certeza” que os serviços de inteligência americanos tinham feito a mesma coisa no mês passado, mas que decidiu ir a Moscovo na mesma (minuto 3’20” do clip).
Why I’m interviewing Vladimir Putin. pic.twitter.com/hqvXUZqvHX
— Tucker Carlson (@TuckerCarlson) February 6, 2024
Podia ter sido uma decisão fatal.
Relacionados
11 Set 26
Serviços de inteligência espanhóis alertaram o governo sobre planos de violação da fronteira de Ceuta, antes da invasão do enclave.
A agência nacional de inteligência de Espanha emitiu múltiplos alertas antes da crise na fronteira de Ceuta sobre uma possível travessia massiva de migrantes de Marrocos para o enclave espanhol, contradizendo o que Pedro Sánchez afirmou sobre o assunto.
11 Set 26
A democracia sob suborno: Donald Trump compra votos a cinco mil dólares por cabeça.
Num acto flagrante de corrupção eleitoral, Trump prometeu um "dividendo" de 5.000 dólares para os cidadãos americanos, caso os republicanos mantenham o controlo de ambas as câmaras do Congresso nas intercalares de Novembro.
10 Set 26
Para salvar a democracia: Após vitória da AfD, governador da CDU apela à interdição do partido populista.
Se não podes vencê-los, interdita-os. Esta é a resposta à derrota eleitoral da CDU na Saxónia-Anhalt, por um dos principais candidatos a substituir Friedrich Merz, que apelou à criação de um grupo de trabalho para interditar o AfD.
10 Set 26
Governador canadiano ameaça cortar o fornecimento de energia aos EUA.
O governador de Ontário, Doug Ford, ameaçou cortar o fornecimento de electricidade aos EUA em retaliação pela decisão de Donald Trump de aumentar as tarifas sobre os produtos canadianos para 50%.
9 Set 26
França intercepta menos migrantes no Canal da Mancha depois de receber 900 milhões de euros do Reino Unido para os deter.
O acordo entre o Reino Unido e a França para conter as travessias ilegais do Canal da Mancha está a falhar, com as taxas de intercepção a descerem, em vez de subirem em função do dinheiro que o governo britânico pagou para que o controlo fosse mais eficaz.
9 Set 26
Mais uma teoria da conspiração que passa a facto: Netanyahu recebeu avisos prévios sobre os ataques de 7 de Outubro, mas ignorou-os.
Uma reportagem de um jornal diário israelita alega que Benjamin Netanyahu ignorou os alertas directos dos líderes do Egipto e dos Emirados Árabes Unidos sobre um iminente ataque do Hamas, poucos dias antes do massacre de 7 de Outubro.






