Uma nova sondagem divulgada esta semana sugere que o crescimento do autoritarismo radical de esquerda na América está a ser impulsionado exclusivamente pelos cidadãos mais ricos do país. A pesquisa financiada por Scott Rasmussen e realizada pelo Comittee To Unleash Prosperity, revelou um abismo enorme entre os americanos comuns e “o 1% da elite” – pessoas que vivem em centros urbanos densamente povoados, com diplomas de pós-graduação e um rendimento familiar anual superior a 150.000 dólares.
As sondagens revelaram que, em relação aos americanos em geral, este grupo tende a votar democrata, mostra uma filosofia muito mais autoritária e está mais disposto a fazer batota para ganhar eleições.
Apenas 21% das elites disseram à sondagem que não existe “suficiente” liberdade individual na América, enquanto 47% disseram que existe “demasiada”. Isto compara-se com 57% dos eleitores em geral que pensam que não há “suficiente” liberdade individual e apenas 16% que pensam que há “demasiada”.
77% das elites afirmam que gostariam de impor “restrições e racionamento” ao acesso dos cidadãos a combustíveis fósseis, à electricidade e até à carne. Em comparação, 63% dos eleitores em geral opõem-se a tais medidas. A maioria das elites também é a favor da proibição de veículos de combustão interna, fogões a gás, veículos utilitários desportivos, viagens aéreas “não essenciais” e ar condicionado privado para combater as “alterações climáticas”.
Rasmussen assumiu que a sua descoberta mais “aterradora” foi a proporção de elites que admitiram que “preferiam fazer batota a perder uma eleição renhida”. O apoio à batota é de apenas de 7% entre todos os eleitores, mas de 35% entre as elites – e uns espantosos 69% entre um subconjunto de elites que o estudo designou como “politicamente obcecadas”, ou seja, que discutem política diariamente.
A sondagem também revelou que Joe Biden tem um apoio muito mais forte entre as elites do que entre a população em geral. Talvez não por acaso, quase três quartos dos bem instalados na vida acreditam que estão melhor financeiramente agora do que quando Joe Biden entrou na Casa Branca. Isto enquanto menos de 20% dos americanos comuns pensam da mesma forma.
As elites também têm uma opinião muito mais positiva sobre legisladores, jornalistas e professores, e mais confiança nos funcionários públicos em geral.
As suas prioridades são muito diferentes das do americano médio, com a maioria dos eleitores a listar a segurança das fronteiras e a imigração entre as suas duas ou três principais questões. Nenhum dos inquiridos da classe super privilegiada referiu as fronteiras ou a imigração como uma preocupação.
E este é um texto que nem precisa de comentários. Os factos gritam com estridente eloquência.
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