O Natal celebra o nascimento de Jesus Cristo, por isso faz todo o sentido que os satanistas tentem apoderar-se da época, e foi exactamente isso que aconteceu num museu em Wisconsin.
O National Railroad Museum em Ashwaubenon, que claramente não tem nada a ver com religião, ou cristianismo, permitiu que o Templo Satânico colocasse uma árvore de Natal nas suas instalações, e é um espetáculo para os olhos.
A Fox News relata:
“A árvore pertencente ao Templo Satânico foi adornada com luzes vermelhas e contas, pentagramas e vários ornamentos, com um deles a dizer, ‘Salve o Pai Natal’, uma aparente brincadeira com a frase, ‘Salve Satanás’.
Outrageous! National Railroad Museum features a Satanic worship tree https://t.co/B8f7PXrtiB #wiright pic.twitter.com/8zLI4Lgv1O
— Matt Batzel (@MattBatzel) November 22, 2023
Não contentes em pendurar pentagramas e outras porcarias na árvore, os satanistas tiveram de ir mais longe e torná-la “diversa em termos de género” com bandeiras trans cor-de-rosa e azuis e ornamentos com frases como “Proteja as crianças trans”.
Pois, pois, proteger as crianças em nome de Satanás, encorajando-as a mutilar os seus órgãos genitais e a esterilizarem-se.
O relatório também refere que o direcor executivo do museu afirmou que não podia impedir os satanistas desta sua obra ao negro por medo de “causar ofensa” e “criar um mau precedente”.
“Se queremos ser uma organização inclusiva, queremos ter a certeza de que toda a gente se sente confortável. Quem sou eu para, de repente, dizer… que o vosso sistema de crenças, que está fora da corrente dominante, é má? Penso que há muito a dizer sobre a capacidade de incluir toda a gente, de respeitar toda a gente e de proporcionar dignidade a toda a gente. Não estamos a discriminar ninguém. E desde que não estejam a promover a violência ou algo do género, apoiamos totalmente a sua presença, bem como a de qualquer religião ou organização secular que queira decorar uma árvore”.
Embora o Templo de Satanás afirme que não acredita no Diabo, os satanistas em geral rezam por testemunhar a ascensão de um senhor do mal que extermine Deus e escravize a humanidade. Parece não ser um conceito suficientemente violento para que o Museu Nacional dos Caminhos-de-Ferro diga “não, obrigado, rapazes”.
Sinal dos tempos.
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