A segunda maior cidade de Inglaterra está a erigir uma estátua de cinco metros de altura e uma tonelada de peso representando uma mulher com um hijab, em celebração do estrito protocolo de traje que os islamitas impõem às suas mulheres, e que são obrigatórios em estados de maioria muçulmana.
Segundo o escultor Luke Perry, um branco não muçulmano que é o autor da obra, “A Força do Hijab” é uma peça que
“representa as mulheres que usam hijabs da fé islâmica, que são uma parte tão sub-representada da nossa comunidade, mas tão importante. Elas precisam de visibilidade.”
The Strength of the Hijab was designed by renowned sculptor Luke Perry and will be installed in the Smethwick area of Birmingham in October pic.twitter.com/aawbAMhFsz
— PA Media (@PA) September 18, 2023
A escultura, apropriadamente sinistra e de estrutura geométrica, representa um busto de uma mulher de rosto sombrio, envolto num lenço, empoleirado num pedestal assimétrico onde se lê:
“A mulher tem o direito de ser amada e respeitada independentemente do que escolher vestir”.
O problema aqui é que as mulheres não escolhem vestir o hijab. O uso do hijab, ou de véus faciais mais restritivos como o niqab e a burqa, não é uma opção nos países islâmicos, com mulheres a serem presas por usarem o hijab de forma incorrecta ou por não o usarem de todo, ou a serem atacadas por homens muçulmanos que lhes atiram ácido à cara.
Onde estão os protestos das (e dos) feministas e das (e dos) activistas ‘me too’ e dos liberais que sempre gostaram de se mostrar tolerantes em relação à deterioração dos costumes culturais e das tradições religiosas do Ocidente? Basta que a religião seja muçulmana, basta que a cultura seja alienígena, para que os guardiões da emancipação da mulher e da liberdade dos costumes se calem muito bem caladinhos.
Embora a BBC e outros meios de comunicação social tenham evitado revelar o custo deste monumento à repressão e subserviência da mulher, relatos locais afirmam que foram gastos cerca de £25.000 (€30.000) na sua construção. A Legacy West Midlands, que encomendou a escultura, é uma “instituição de caridade” registada que recebe grande parte do seu financiamento do Estado, incluindo cerca de £130.000 (€150.000) em subsídios e contratos governamentais nos últimos três anos.
Birmingham é uma das várias cidades inglesas onde a população branca britânica está actualmente em minoria, juntamente com Londres, Manchester e Leicester.
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