Bruxelas planeia lançar intervenções massivas de ‘geo-engenharia’ para lidar com o aquecimento global, de acordo com a agência noticiosa Bloomberg.
A União Europeia está a estudar tecnologias que envolvam intervenções em grande escala nos processos naturais da atmosfera, como parte da sua nova estratégia para lidar com as alterações climáticas, noticiou a Bloomberg na segunda-feira, citando um projeto de documento que poderá ser tornado público ainda esta semana.
O documento que Bruxelas está prestes a publicar tem como objectivo avaliar as consequências do “rápido aquecimento global”, como “a escassez de água ou de alimentos”, e os riscos de que esses alegados factos desencadeiem novos conflitos ou ondas de migração em massa, refere o jornal. O relatório inclui também uma avaliação do potencial das tecnologias de reengenharia atmosférica e dos perigos que lhes estão associados.
Estes projectos podem ir desde o desvio dos raios solares ou o bloqueio da sua chegada à superfície terrestre até à alteração dos padrões meteorológicos. No documento, que segundo a Bloomberg ainda está sujeito a alterações, podemos ler:
“A UE espera lançar debates internacionais sobre a matéria, bem como sobre a eventual criação de regras neste domínio, e apoiará os esforços internacionais para avaliar de forma abrangente os riscos e as incertezas das intervenções climáticas, incluindo a modificação da radiação solar”.
O documento admite ainda que estas tecnologias
“Introduzem novos riscos para as pessoas e os ecossistemas, podendo também aumentar os desequilíbrios de poder entre as nações, desencadear conflitos e levantar uma miríade de questões éticas, jurídicas, de governação e políticas”.
A opção da geoengenharia é considerada no meio de receios de que a comunidade internacional possa falhar o seu objectivo de limitar o aquecimento global a 1,5C (2,7F), acrescentando que a UE poderá recorrer a opções mais radicais como a pulverização de aerossóis estratosféricos para reduzir a quantidade de luz solar que chega à Terra.
Para além de críticos da geo-engenharia já terem alertado para o facto destes métodos poderem ter efeitos secundários imprevistos, como alterações nos padrões de chuva com consequências devastadoras para a agricultura, por exemplo, a sobranceria dos tecnocratas da União Europeia é estarrecedora. Convém alertar a audiência do ContraCultura para o facto da ciência climática, como aliás qualquer ciência, não constituir uma plataforma estabelecida de conhecimento absoluto. O que acontece é que os cientistas que discordam da narrativas das alterações climáticas são cancelados, despedidos, aviltados e censurados, num processo muito semelhante àquele que aconteceu com as vozes, altamente credenciadas, que se manifestaram contra o processo de vacinação da Covid-19.
Mais a mais, são os próprios autores do documento que admitem a imprevisibilidade e o potencial desastroso dos seus tenebrosos planos. Dir-se-ia que à falta do tão anunciado apocalipse climático, a União Europeia está determinada em criar um.
Como o Contra já noticiou, um estudo recente da Universidade de Massachussets, que utilizou exactamente os mesmos dados do IPCC – um organismo de propaganda e pseudo-ciência das Nações Unidas que foi criado para ignorar todas as causas das alterações climáticas, excepto as que têm origem na actividade humana – para chegar à conclusão de que o CO2 fóssil atmosférico de origem humana representou 23% do total das emissões desde 1750, estando os restantes 77% nos naturais processos de troca de CO2. A percentagem do total de dióxido de carbono (CO2) devido à utilização de combustíveis fósseis entre 1750 e 2018 aumentou 12% em 2018 em relação a 1750, um valor demasiado baixo para ser a causa do alegado aquecimento global. O estudo estima que o valor da concentração atmosférica de CO2 antropogénico derivado de combustíveis fósseis em 2018 é de 46,84 ppm, de um total de 405,40 ppm.
Qualquer tentativa de aprendiz de feiticeiro em manipular o clima por métodos artificiais terá necessariamente consequências imprevisíveis e potencialmente catastróficas para o planeta e para a humanidade. O simples facto deste documento ter sido redigido é já motivo para ficarmos mesmo muito preocupados com as intenções e as agendas da União Europeia e das elites corporativas cristalizadas nos centros de poder do Ocidente.
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