Uma Universidade de Londres foi criticada por ter retirado a palavra “mulher” das suas políticas de maternidade e menopausa, declarando que estes estados se aplicam a “todos os géneros”.
A University of the Arts London (UAL) implementou a redacção nas suas políticas há um ano, mas a medida atraiu a atenção desde que a instituição começou a dar sinais woke nas redes sociais e no seu próprio website.
Happy #InternationalWomensDay!
At UAL we are taking action to tackle typically gendered issues in society ↓
— University of the Arts London (@UAL) March 8, 2023
O vice-chanceler da Universidade de Artes de Londres, James Purnell, escreveu numa publicação no LinkedIn em Outubro de 2022:
“Na UAL, estamos a introduzir uma licença parental igual. Todos os novos pais terão direito a seis meses com salário integral. É justo para todos os tipos de pais, de qualquer género ou sexo, ou orientação sexual, quer adoptem ou não”.
Num outro comunicado de imprensa, a Universidade salientou que as suas políticas de maternidade e menopausa se aplicam
“independentemente do género, da orientação sexual ou da forma como as pessoas se tornam pais”.
No texto referente a essas políticas lemos que
“queremos afirmar, através da linguagem utilizada nesta carta, que nem todas as pessoas grávidas são mulheres e, por conseguinte, reconhecer as pessoas grávidas e os pais trans, não binários, queer e com fluidez de género”.
Nas políticas actualizadas sobre a menopausa, é declarado que
A UAL reconhece que a menopausa também pode ser vivida por colegas que não se identificam como mulheres, pelo que esta orientação e conteúdos de apoio destinam-se a apoiar qualquer pessoa que esteja a passar pela menopausa, independentemente da sua identidade de género.”
For every ounce of hormonal suffering, bleeding, pain, severe illness during pregnancies, emergency c-sections to save me and my babies’ lives, peri-menopausal symptoms that I have gone through as a woman…you mean to tell me that you are now just offering up the same
— SIJK (@irwosina) May 4, 2023
2…to someone because they say they are a woman? Enough is enough. We women need to fight back for the rights that universities like this are giving away so frivolously.
— SIJK (@irwosina) May 4, 2023
As reacções à delirante e fantasista filosofia da escola de artes londrina não se fizeram esperar. O deputado conservador Jonathan Gullis acusou a UAL de ter abandonado a “biologia básica”.
“É perturbador que uma universidade não compreenda os fundamentos da biologia… Espero que acabe com este patético disparate”, comentou Gullis.
Toby Young, director do grupo de reflexão Free Speech Union, disse ao Daily Mail que a universidade
“está tão enredada no disparate woke que se está a tornar um pouco anedótica. Espero que consiga corrigir o rumo antes de ir à falência”.
Young acrescentou no Twitter uma observação bastante pertinente:
“Quase todas estas instituições são financiadas por fundos públicos, mas todas as sondagens indicam que o público se opõe esmagadoramente a este disparate”.
“Nearly all these institutions are publicly funded, yet all the polling indicates the public are overwhelmingly opposed to this nonsense.” University accused of ‘woke gobbledegook’ after cutting the word ‘woman’ from maternity leave policy | Daily Mail https://t.co/83alBkwyol
— Toby Young (@toadmeister) May 4, 2023
Ainda assim as instituições públicas inglesas aderiram por completo ao transformismo woke. O Serviço Nacional de Saúde britânico (NHS) também foi acusado de “apagar” as mulheres, depois de ter retirado todas as referências ao sexo feminino de uma secção de aconselhamento online sobre a menopausa e de ter alterado as suas páginas de orientação sobre o cancro dos ovários, retirando a ocorrência da palavra “mulheres”, numa medida que, segundo alegaram, se destinava a ser mais “inclusiva” em relação às pessoas trans, não binárias e inter-sexuais.
Além disso, um pedido de acesso à Lei da Liberdade de Informação revelou, no ano passado, que apenas 29 dos 124 hospitais do NHS em Inglaterra com maternidades continuam a utilizar exclusivamente as palavras “mulher” ou “mãe” para se referirem à gravidez, enquanto todos os outros incluem termos como “pessoas que dão à luz” ou “pessoas grávidas”.
O NHS foi anteriormente acusado de sobre-diagnosticar o tratamento de mudança de sexo em crianças por receio de ser rotulado de “transfóbico”. Desde então, parece ter mudado de rumo, avisando que a confusão de género em crianças “pode ser uma fase transitória, particularmente em crianças pré-púberes”.
As tendências woke não se manifestam nas universidades do Reino Unido apenas em relação ao género. Como o Contra-Cultura já noticiou anteriormente, A London School of Economics (LSE) retirou os dias de celebração cristã do seu calendário académico e há faculdades inglesas que estão a “descolonizar a matemática“, seja lá o que for que isso quer dizer.
Nada disto altera porém os factos: um homem não pode engravidar e nunca terá menopausa. Porque não possui útero nem ovários. Ponto final, parágrafo.
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