A bomba caiu ontem: um alto quadro da Pfizer foi apanhado em vídeo pelo Project Veritas a confessar que a farmacêutica está a provocar mutações no vírus Covid para antecipar novas pandemias e capitalizar o facto com mais vacinas assassinas.
No vídeo, que valida uma quantidade enorme de teorias da conspiração, Jordon Trishton Walker, o “Director de Pesquisa e Desenvolvimento, Operações Estratégicas e Planeamento Científico mRNA” da gigante farmacêutica assume que:
– A Pfizer está a provocar mutações no vírus Covid para criar novas vacinas;
– O trabalho que está a ser desenvolvido não pode vir a público porque “ninguém quer que as farmacêuticas provoquem propositadamente mutações” em vírus desta natureza;
– O vírus escapou inicialmente do laboratório de Wuhan e foi criado pela inventiva humana;
– A actividade da Pfizer é extremamente perigosa, porque da mesma forma que o vírus escapou de Wuhan também pode escapar dos laboratórios da companhia;
– A pandemia foi má para todos e espectacular para a Pfizer;
– Aqueles que deviam fiscalizar e regularizar a indústria farmacêutica têm como objectivo vir a trabalhar nessas empresas, pelo que não exercem qualquer fiscalização sobre eventuais abusos e falhas nos protocolos de segurança e testagem;
– O processo ideal de criar as mutações do vírus é utilizar macacos e ir infectando os animais com estirpes cada vez mais agressivas;
– É possível condicionar as mutações de acordo com os objectivos da empresa, tornado os vírus mais e mais “potentes”.
Eis o vídeo integral do Project Veritas.
O documento, publicado ontem mas que conta já 700.000 visualizações no Youtube e doze milhões de visualizações no Twitter (!), devia ser a notícia do ano, mas está já a ser alvo de operações de supressão pelas big tech de Silicon Valley e pela imprensa mainstream, embora esteja a explodir na web e a ser destacado por pundits independentes como Paul Joseph Watson ou Tucker Carlson.
O Daily Mail começou por cobrir a história, mas retirou-a rapidamente do seu website. A indústria farmacêutica gasta anualmente 6,6 biliões de euros em publicidade nos media convencionais, facto que explica em boa parte as reticências do “jornalismo” contemporâneo em apresentar os seus melhores clientes como os criminosos que são de facto.
Por outro lado, a Google está já a tornar muito difícil encontrar a reportagem da Project Veritas no seu motor de busca e a esconder o perfil de Jordon Trishton Walker, cuja página no LinkedIn foi entretanto apagada.
What is going on? pic.twitter.com/ZLY7Si8mVo
— James O’Keefe (@JamesOKeefeIII) January 26, 2023
A MSNBC e a CNN dedicaram ao assunto… Zero segundos. Isto apesar das pesquisas em ganho de função virulógica serem interditas por lei nos Estados Unidos.
Robert Malone, um dos inventores da tecnologia mRNA e crítico da sua aplicação às vacinas Covid, já acusou a Pfizer de imoralidade, ao por em risco a saúde de milhões de pessoas a troco de lucros obscenos.
Project Veritas has broken Pfizer’s Gain-of-Function Research Program Wide Open.
Pfizer’s research is dangerous, immoral and must be shut down now.Substack at RWMaloneMD
Please share with all whose minds are open https://t.co/RrtmWAEfVo— Robert W Malone, MD (@RWMaloneMD) January 26, 2023
O Project Veritas é uma organização de caráter jornalístico que trabalha, com assinalável sucesso e recorrendo a repórteres que não revelam a sua identidade ou a informadores que operam no seio das organizações, para desvendar os segredos e a corrupção do corporativismo globalista nos Estados Unidos da América.
Já antes tinha obtido documentos surpreendentes, nunca antes vistos, sobre as origens do COVID-19, os estudos laboratoriais de ganho de função, vacinas, tratamentos potenciais que foram suprimidos e o esforço do governo para ocultar tudo isto. Os documentos em questão faziam parte de um relatório da Defense Advanced Research Projects Agency, DARPA, e estavam alojados numa drive ultra-secreta. A DARPA é a agência do Departamento de Defesa dos EUA encarregada de facilitar a pesquisa em tecnologia com potenciais aplicações militares.
O Project Veritas obteve um relatório preparado para o Inspetor Geral do Departamento de Defesa e escrito pelo Major do Corpo de Marines dos EUA, Joseph Murphy, ex-membro dessa agência. O relatório afirmava que, em março de 2018, a EcoHealth Alliance procurou financiar as pesquisas de ganho de função em coronavírus transmitidos por morcegos. A proposta, denominada Project Defuse, foi rejeitada pela DARPA devido a preocupações de segurança e à noção de que o projecto violaria a moratória sobre este género de investigação virulógica. De acordo com os documentos, o NIAID, National Institute of Allergy and Infectious Diseases, sob a direção do Dr. Fauci, prosseguiu com a pesquisa na China e em vários locais nos EUA.
Actualização às 14:24:
O vídeo do Project Veritas soma já 16 milhões de visualizações no Twitter, 1,7 milhões no YouTube. E James O’Keefe está carregado de razão: o jornalismo mainstrem não existe. As notícias da actualidade correm nos media alternativos e independentes, com orçamentos muito inferiores, mas com sede de verdade.
Most watched vid in Veritas history closing on 16M views on Twitter alone. It’s become a phenomenon.
In an extraordinary series of events, no legacy media seems to be asking questions. That’s fine, we’ll do their jobs for them.
The realization sets in:
WE are the media now https://t.co/g46JMe88ek
— James O’Keefe (@JamesOKeefeIII) January 27, 2023
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