O modelo de negócio da Pfizer é criar a doença e vender a “cura”.
Para assegurar lucros multi-bilionários no futuro, a gigante farmacêutica está intencionalmente a enfraquecer o sistema imunitário dos seus clientes, de forma a que as doenças induzidas por medicamentos Pfizer sejam “tratadas” com medicamentos Pfizer.
A “vacina” mRNA Covid está a matar milhões, mas aos que sobrevivem é dito que para permanecerem saudáveis devem continuar a ser injectados com novas doses de reforço a intervalos regulares, tal como fazem com as vacinas anti-gripais.
Uma vez que as terapias genéticas mRNA criam, entre outros, problemas de imunodeficiência, a corporação multinacional está a aconselhar os seus clientes a persistirem nas injecções para se sentirem suficientemente bem e continuarem a alimentar a besta, mas nunca suficientemente bem para viverem realmente com um sistema imunitário normal, saudável e robusto como o dos não vacinados.
Tal como os viciados em heroína, os viciados em vacinas contra a gripe chinesa têm de continuar a receber a sua dose a fim de evitar uma variedade brutal de problemas de saúde ou a morte prematura. Isto traduz-se, claro, num gigantesco e constante fluxo financeiro para a Pfizer, que continua a ostentar lucros recorde trimestre após trimestre.
A Pfizer está tão confiante no seu lucrativo modelo de negócio que está agora a introduzir um serviço de subscrição que permite aos clientes receberem os seus medicamentos e as suas injecções de forma cíclica e rotineira.
Quando as injecções causam mais situações críticas no organismo dos infelizes, a Pfizer está lá para lhes vender ainda mais medicamentos como novas “curas”. E quando essas “curas” criam ainda mais estragos, a Pfizer tem ainda mais medicamentos prontos a distribuir – e assim por diante até ao fim dos tempos.
Para além da Paxlovid, que a empresa está agora a comercializar como um medicamento de “recuperação” para os seus clientes “totalmente vacinados” que queiram evitar testes contínuos “positivos” para o vírus chinês, a Pfizer também tem outros medicamentos disponíveis para “tratar” os efeitos secundários adversos causados pelas suas vacinas Covid.
O Vyndaqel, por exemplo, é um medicamento que trata a cardiomiopatia, uma doença cardíaca causada por miocardite, um dos efeitos secundários mais conhecidos das injecções mRNA. No último trimestre, a Pfizer facturou 602 milhões de dólares com esta droga, cujas vendas aumentaram 29% em comparação com o ano passado.
Jordan Schachtel, na sua conta do Substack, The Dossier, faz a pergunta certeira:
“Porque é que tantas pessoas estão a comprar este medicamento? Só essa questão devia levantar algumas suspeitas”.
Depois temos o Eliquis, um medicamento da Pfizer que é comercializado para tratar coágulos de sangue, que por acaso é outra consequência nefasta e comum das vacinas contra a gripe chinesa. As vendas deste medicamento anticoagulante aumentaram 15% em relação ao ano passado, tendo gerado receitas no valor de 1,46 mil milhões de dólares só no último trimestre. A este propósito, Schachtel acusa:
“A Pfizer é o exemplo perfeito de uma empresa que se tornou completamente irresponsável graças à sua parceria com o governo dos Estados Unidos. Os seus executivos mentem impunemente e sabem que não serão responsabilizados pelas suas mentiras e muito menos pelas inúmeras lesões causadas pela vacina.”
É evidente que a Pfizer não poderia preocupar-se menos com a saúde das pessoas e mais com o a satisfação dos seus accionistas. De facto, a empresa preferiria que estivéssemos todos suficientemente doentes para necessitarmos de mais medicamentos, mas nunca suficientemente saudáveis para combater a sua tirania implacável.
Se pensarmos um bocadinho neste axioma, em que sob o argumento da protecção se exerce a extorsão, verificamos que a farmacêutica opera segundo um modelo de negócio que já foi experimentado com sucesso. O da Máfia.
E seria apenas justo que os executivos da multinacional acabassem por ser vistos pela sociedade e pelos mecanismos judiciais como os capos dessa organização infame.
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