Facto: a Suécia, país que recusou os confinamentos abstrusos e fascistas e que manteve as escolas abertas, tem a mortalidade pandémica mais baixa do mundo.
Em Abril de 2020, quando existiam muitas questões em aberto sobre a validade da estratégia sueca, que contrariava a tendência internacional baseada em medidas draconianas e desproporcionais em relação à ameaça Covid 19, o Professor Johan Giesecke, Consultor da agência de Saúde Pública do país e responsável por ter contratado o homem que definiu essa polémica estratégia – Anders Tegnell – deu uma entrevista rara onde argumentava que o povo sueco responderia melhor a medidas mais sensatas e criticava duramente os lockdowns impostos na Grã-Bretanha e na Austrália, avisando que uma segunda vaga seria inevitável uma vez que as medidas fossem flexibilizadas, dada a deficitária imunidade que essas sociedades tinham criado.
“O Governo sueco decidiu no início de Janeiro que as medidas que deveríamos tomar contra a pandemia deveriam ser baseadas em evidências. E quando se começa a analisar as medidas que estão a ser tomadas por diferentes países, verifica-se que muito poucos têm essa base de provas.”
Giesecke, que foi o primeiro cientista chefe do Centro Europeu de Controlo de Doenças e que aconselhou o governo sueco durante a pandemia, acrescentou na altura que:
“Quase não há ciência por trás dos encerramentos de fronteiras e de escolas e do distanciamento social. Penso que a diferença entre países será bastante pequena no final, independentemente das estratégias de controlo da pandemia.”
Giesecke estava quase correcto porque a diferença entre os países no final não foi assim tão pequena como isso: a Suécia conseguiu resultados muito melhores – dez vezes melhor do que o Chile, na verdade, país que implementou as restrições mais rigorosas e uma das campanhas de vacinação mais “bem sucedidas”.
A 19 de Junho de 2022, de todos os países analisados pela OCDE, a Suécia tem o mais baixo total acumulado de mortes em excesso. E um dos mais baixos índices de óbitos por milhão de habitantes.
Como previsto pelos epidemiologistas Giesecke e Tegnell, as tentativas experimentais, totalitárias, desastradas e completamente alienadas de qualquer critério científico para mitigar a propagação do vírus através de várias medidas de “distanciamento social”, incluindo o encerramento de escolas e empresas, o encarceramento de milhares de milhões de pessoas saudáveis nas suas casas, o uso forçado de máscaras e etc., mostram muito poucos benefícios. Ou nenhuns.
As ilhas prisionais em que foram transformadas a Austrália e a Nova Zelândia têm muito pouco para mostrar a favor do seu zelo fascista, quando comparamos os resultados com a Suécia, sendo certo que a análise dos números da direita têm que ser equacionados à luz das densidades populacionais (muito mais altas na Suécia), das condições climáticas de propagação do virús (muito mais favoráveis na Suécia) e das incidências do excesso de mortalidade não Covid (que a Suécia quase não reporta e que são muito significativas nos dois países anglo-saxónicos).
Portugal, um cantinho miserável por definição, parou completamente durante meses, para apresentar resultados apropriadamente miseráveis. E o tal militar excelentíssimo que veio da caserna de onde nunca devia ter saído para empurrar tanta gente na direcção das tendas de campanha onde foi implementada cegamente a experiência genética que está a matar centenas de milhar de pessoas em todo o mundo, deve estar agora a fazer contas ao seu saldo moral.
Ou não. É muito provável que não.
As intervenções autoritárias, ignorantes e danosas da maior parte dos estados são bem visíveis nos números finais de mortes em excesso. Os responsáveis pela sua implementação têm que ser responsabilizados pelas mortes que causaram, que estão a causar e que vão causar no futuro.
Ou não. É muito provável que não.
Para cúmulo da ironia, muitas das figuras que estiveram envolvidas no desastre original do laboratório de Wuhan, e depois aqueles que se envolveram no desastre posterior dos confinamentos e das restrições sanitárias, foram os mesmos a quem foi solicitado um antídoto. Foi como entregar a incendiários o quartel dos bombeiros. Da mesma forma que é hoje evidente que essas restrições não funcionaram de todo, pelo contrário, é também perfeitamente claro que não houve redução na transmissão do vírus nem nas mortes Covid como resultado da administração em massa de terapias genéticas experimentais, mascaradas de vacinas seguras e eficazes.
Acresce que, histórica e estatisticamente, aos períodos de excesso de mortalidade se sucedem ciclos deficitários de óbitos. Desta vez, não é isso que está a acontecer de todo, pelo que é difícil argumentar contra a alegação de que as experiências sociais, sanitárias e genéticas contribuíram não só para uma extensão do ciclo de vida do vírus, como para um aumento em contra-ciclo da mortalidade excessiva.
Isto já para não falar do descrédito que vai estigmatizar as ciências, as indústrias farmacêuticas, os aparelhos burocráticos e os meios de comunicação social por muitos e merecidos anos e que poderá criar sérias dificuldades em combater com eficácia outras doenças endémicas.
Estes últimos dois anos foram, em definitivo, desgraçados em todas as frentes que se possam imaginar. Resta-nos esperar que as lições tenham sido devidamente aprendidas. Se não pelos nossos patéticos líderes, por nós próprios.
Não é pedir muito.
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