No monólogo deste fim de semana, Neil Oliver volta a colocar o seu assertivo indicador na ferida aberta: aqueles que apontaram a insanidade do massivo processo de vacinação a que as populações foram submetidas à escala global, com recurso na verdade a uma profilaxia que nem sequer é tecnicamente uma vacina, mas uma terapia genética, foram censurados e banidos e humilhados e perseguidos e vilipendiados. De acusações de racismo ou de extremismo ideológico à perda de emprego e estatuto profissional e social, os poderes instituídos e os media não se pouparam aos mais draconianos esforços para combater a opinião divergente em nome da “ciência”, que de tanto ser elevada a um obsceno altar dogmático, passou a religião, num crime de lesa-academia que vai deixar profundas marcas na sua credibilidade futura.
Mas agora que os devastadores efeitos das vacinas e dos confinamentos são evidentes para aqueles que estão mais importados com os factos do que com as narrativas; agora que se percebe claramente que os que foram catalogados de negacionistas e extremistas e conduzidos a cidadãos de segunda classe por políticos e “peritos” e líderes de opinião e jornalistas e burocratas de toda a parte estavam carregados de razão; agora que os excessos de mortalidade e os deficits de fertilidade testemunham com feroz eloquência o erro monumental e criminoso, não há quem dê um passo em frente para apresentar desculpas, formular justificações ou simplesmente ter a decência de uma demissão, de um acto de contrição, de uma manifestação de pesar ou de arrependimento.
Este também é o momento em que esses que foram provados certos pelos acontecimentos devem intensificar o clamor das suas vozes: aqueles que têm dúvidas sobre o acerto das políticas energéticas e a validade das ameaças de apocalipse climático; aqueles que têm objecções à forma como a guerra na Ucrânia está a ser conduzida pelos líderes políticos e militares do ocidente; aqueles que têm certezas sobre o carácter totalitário de organizações como o World Economic Forum e de governos como o de Justin Trudeau, Joe Biden, Emannuel Macron ou Jacinta Arden; aqueles que discordam veementemente da sexualização e da doutrinação ideológica das crianças nas escolas, aqueles que recusam a acusação de racismo apenas porque consideram a sua identidade cultural e religiosa um bem inestimável; aqueles que não aceitam como benéficas as políticas de género que invalidam as diferenças biológicas entre homens e mulheres; aqueles que recusam o revisionismo histórico que tenta cancelar o legado da civilização ocidental e transformar as suas glórias em misérias e a memória de conquistas em vergonha de vilanias; aqueles que mantêm o bom senso e a racionalidade e que recusam a alienação a que estão a ser conduzidos pela propaganda regimental, pelo transformismo a que a realidade é mediaticamente sujeita e pelas tecnologias de desumanização e controlo de massas que lhes são constantemente propostas; esses todos que até aqui não foram silenciados, devem persistir no seu clamor.
Porque se persistirmos, será mais difícil, senão impraticável, a prossecução do assalto ao poder absoluto que uma ínfima minoria de elitistas tem estado a preparar, laboriosamente, através do fabrico de crises inexistentes e o aproveitamento e intensificação daquelas que seriam evitáveis. Porque nesta terceira década do Século XXI há uma decisiva batalha que se trava pelo futuro da humanidade. É demasiado importante para não ser combatida. E o inimigo é excessivamente poderoso para que a contenda seja breve, ou ausente de sacrifícios.
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