“People frequently write to Jill and myself. People we have never met. They call, they arrive at the farm by appointment or unannounced, they fill our email in boxes with their inquiries. They all want something; time, attention, an interview. Many want to tell us about their fear, illness, nightmares, or (what often seems like) outright paranoid conspiracies. And then, over time, these fears and “conspiracies” keep getting confirmed. As Jan Jekielek (a senior editor with The Epoch Times) recently said to me, it is getting harder and harder to tell which ones are mere conspiracy theories and which are true reality.
Dr. Robert W. Malone MD . Inventor da tecnologia mRNA . “What if the largest experiment on human beings in history is a failure?”
As teorias da conspiração de ontem passam a factos de hoje a uma velocidade vertiginosa. Parece até que a melhor forma de penetrar assertivamente na realidade é – nos tempos que correm – a de formular a mais disparatada tese que se consiga imaginar.
Last year’s conspiracy theories are this year’s headlines.
— Blaire White (@MsBlaireWhite) January 22, 2022
Há dois anos atrás, quem dissesse que o SARS-CoV-2, o vírus que causa a doença que conhecemos por Covid-19, era originário do laboratório de pesquisa virulógica de Wuhan, contrariando a narrativa oficial de que a origem da praga residia no mercado de frescos dessa cidade, era logo rotulado de conspirador ensandecido e divulgador de notícias falsas, sendo imediatamente censurado nas redes sociais, apesar da coincidência, apesar de logo de início existirem fortes suspeitas de que o vírus não parecia nada um produto de engenharia natural e apesar dos precedentes históricos (o primeiro SARS também saiu de um laboratório chinês, em 2004).
Dois anos depois, até os técnicos da Organização Mundial de Saúde confessam que a hipótese é afinal válida; até os mais obedientes lacaios entre os mainstream media de todo o lado já admitem abertamente a boa probabilidade de que o vírus escapou de facto do infame laboratório. Mais: O CDC – a autoridade americana para a prevenção e controlo de doenças – e o sinistro Dr. Fauci, que fascizou os americanos através do medo e do poder incontrolável e incontrolado dessa autoridade desde que a epidemia chegou aos EUA, parecem estar implicados, através de financiamentos e cooperações secretas com os chineses, na génese artificial do vírus. Tucker Carlson articula a inacreditável rábula.
Em resumo, sabemos hoje que o SARS-COV-2 é de origem artificial, um vírus manipulado no laboratório de Wuhan com o intuito de torná-lo letal para a espécie humana.
Sabemos hoje que as autoridades chinesas, com a ajuda e a complacência da Organização Mundial de Saúde, da imprensa mundial, das big tech e de grande parte da comunidade científica ocidental tentaram – e conseguiram durante um ano e meio – esconder esse facto da opinião pública, inviabilizando a descoberta do paciente zero e um adequado estudo virulógico do surto.
Sabemos hoje que, para além do CDC e do Dr. Fauci, também a Google financiava alegremente as perigosas e catastróficas experiências que tinham lugar neste laboratório e que resultaram na pandemia. Sabemos que os mesmos maus actores que há um ano censuravam quem colocasse a mera e lógica hipótese do vírus ter escapado do laboratório virulógico instalado na mesma cidade de onde tinha originado a pandemia, os mesmos obliteradores de factos que chamavam conspiracionistas a todos os que se perguntavam por esta curiosa coincidência, conheciam bem o que se passava e estavam apenas a fazer controlo de estragos.
Sabemos hoje que os motivos que levaram a comunidade científica a esquecer os seus deveres e a actuar como uma polícia política aliada do Partido Comunista Chinês são os mais prosaicos e lamentáveis: Compadrio. Dinheiro. Carreira. Prestígio. Fama. Status.
Sabemos hoje que fomos enganados, desinformados, condicionados e censurados por razões que nada tinham a ver com a saúde pública.
Sabemos hoje que é facílimo enganar, desinformar, condicionar e censurar milhões e milhões de pessoas, através da injecção do medo e da propagação do sectarismo ideológico.
Sabemos hoje, enfim, que não há maneira de confiar nos cientistas e nos académicos, que se portam na verdade como vendedores de automóveis em terceira mão. Que não há maneira de confiar nos jornalistas, que há muito substituíram a perseguição dos factos pelo mais espúrio activismo político e pelo mais ignóbil compadrio com os poderes instituídos. Que não há maneira de confiar na Organização Mundial de Saúde, que serve fins dúbios em função de interesses obscuros. Que não há maneira de confiar nos aparelhos burocráticos dos estados, sempre predispostos ao encobrimento, à manipulação e ao vale tudo para garantir a sua sobrevivência e os fluxos fiduciários de que são tão ávidos. Que não há maneira de confiar em ninguém e que a melhor forma de chegar à verdade é recorrer ao nosso instinto e ao nosso bom senso e ao nosso espírito crítico.
Sabemos hoje que não há limites para a infâmia instalada em Sillicon Valey. Que não há limites para o poder monstruoso desta gente. Sabemos agora que vivemos controlados e manipulados por uma super-estrutura distópica, totalitária, que nos vai levar a todos ao inferno.
Sabemos hoje que estávamos ontem carregados de razão, quando desconfiávamos de tudo o que nos foi dito. Sobre este e sobre todos os assuntos relacionados com a pandemia:
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