
Utilizando apenas um complexo de células estaminais, uma equipa de investigadores da Universidade de Cambridge conseguiu gerar um embrião de rato vivo, “sintético”, com um cérebro e um coração a bater. O embrião era viável e poderia ter continuado a desenvolver os seus órgãos e, eventualmente, tornar-se um rato vivo.
As observações decorrentes deste projecto, eticamente muito discutível, podem proporcionar novas perspectivas sobre o desenvolvimento embrionário dos mamíferos e, por extensão, da gestação humana, ajudando os médicos a compreender melhor as causas de abortos espontâneos durante as fases iniciais da gravidez ou informar o estudo de órgãos cultivados em laboratório para serem doados, resolvendo a actual escassez de doadores.
Em declarações à imprensa, Magdalena Zernicka-Goetz, a líder da equipa de Cambridge afirmou que:
“O nosso modelo de embrião de rato não só desenvolve um cérebro, mas também um coração palpitante e todos os órgãos que compõem o corpo. É simplesmente inacreditável que tenhamos chegado até aqui. Este tem sido o sonho da nossa comunidade durante anos, e o foco principal do nosso trabalho durante uma década e, finalmente, conseguimos fazê-lo”.
O laboratório de Cambridge iniciou a sua experiência com três células estaminais embrionárias primárias, colocando-as num ambiente favorável e empurrando-as umas para junto das outras, apenas perto o suficiente para que pudessem “comunicar” e encorajar a formação da vida.
Toda as as células – hepáticas, cutâneas, sanguíneas, etc. – começam como células estaminais, mas logo se diferencia no embrião, com o fim de construir um organismo vivo completo. À medida que o embrião se desenvolve, algumas células estaminais manifestam-se em órgãos, ossos e outros tecidos, enquanto outras se multiplicam em células “filhas” que o corpo armazena para utilizar mais tarde na geração de novos tecidos, por exemplo.
Estas três células estaminais embrionárias tinham mostrado indícios de desenvolvimento bem sucedido ao começarem a formar um cérebro, um coração e um saco vitelino nutricional, mas não sobreviveram para além de 8 dias, pouco menos de metade do tempo necessário para o nascimento de um rato – cerca de 20 dias.

Os cientistas estão ainda longe de poder criar um corpo vivo inteiramente em laboratório, sem a contribuição de uma mãe e de um pai, mas não é esse o objectivo alegado deste estudo. O que os investigadores de Cambridge observaram em pouco mais de uma semana pode ser inestimável, considerando que se estima que 20% a 50% dos processos de gravidez terminam em aborto, muitas vezes antes de a mãe ter qualquer ideia de que está grávida.
Se os métodos da equipa de Cambridge se revelarem mais tarde bem sucedidos com tecido humano, os cientistas envolvidos neste projecto esperam aplicá-los na criação de órgãos de laboratório para transplante. Segundo Zernicka-Goetz,
“O que torna o nosso trabalho tão excitante é que o conhecimento que dele resulta poderá ser utilizado para cultivar órgãos humanos sintéticos funcionais que salvem vidas. Também poderá ser possível curar órgãos adultos, utilizando o conhecimento que temos sobre como são feitos”
Mas, por outro lado, este trabalho pode também fundar uma era de gestação artificial de animais e seres humanos. Não há qualquer garantia que este método não seja utilizado para fins nefastos. Sabemos hoje que a pesquisa de “ganho de função” em vírus perigosos para a espécie humana, justificada oficialmente como uma forma de proteger a humanidade contra ameaças biológicas, acabou por desencadear uma pandemia que matou milhões de pessoas e levou à instauração de protocolos tirânicos sobre as populações e à vacinação experimental em larga escala, cujos efeitos adversos estão a gerar excessos de mortalidade a nível global.
A gestação artificial de seres humanos é um velho pesadelo distópico. Para além de não conseguirmos definir cientificamente a partir de quando é que um embrião se torna um ser vivo, o que coloca logo à partida sérias dificuldades éticas a este tipo de investigações, a ideia anula por si só o que entendemos por um ser humano: um mamífero bípede de grande volumetria craniana, gerado através da cópula entre um macho e uma fêmea da mesma espécie, cuja gestação é processada no útero da fêmea. A própria classe dos mamíferos a que pertencemos implica essa relação umbilical com a mãe. Ninguém sabe que género de criatura pode resultar da geração laboratorial, desprovida do natural desenvolvimento embrionário no ventre materno e sem um momento de parto.
Mais a mais, este processo, mesmo considerando a sua fase ainda muito inicial, pode conduzir também ao fabrico de seres geneticamente programados de acordo com teorias de engenharia social, dentro do contexto da distopia de Aldous Huxley, “Admirável Mundo Novo”. E esta não é uma especulação despropositada. Se considerarmos que na actualidade não faltam políticos, burocratas e poderosas organizações para-democráticas como o Wordl Economic Forum que entendem o “1984”, de George Orwell, como um manual e de normas e não como um alerta sobre os horrores de uma tirania absoluta que se funda no controlo do pensamento dos cidadãos, não restam grandes argumentos para confiar que experiências com embriões do género levado agora a cabo em Cambridge não sejam conduzidas com fins totalitários e maliciosos e sob a égide de uma agenda trans-humana.
Na segunda década do século XXI, temos razões sólidas para questionar certos avanços da ciência e da tecnologia, como se demonstra pelos malefícios sobre a saúde psíquica, individual e colectiva, decorrentes das redes sociais, ou pelos efeitos adversos das vacinas Covid-19, que foram e continuam a ser omitidos do público, pelas farmacêuticas, pelos governos, pelas academias e, sempre, com a colaboração da imprensa.
A idade da inocência em relação ao “progresso” científico já não é a idade de hoje. Podemos e devemos questionar e monitorar o que fazem as academias e os centros de investigação no que diz respeito a programas que impactem directamente a condição humana, no sentido de salvaguardar os seus fundamentos biológicos e axiomas morais.
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